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Leis mais duras e punitivas


Do Diário do Grande ABC

29/11/2018 | 12:03


(São Paulo) – A definição da Libertadores ficou irrelevante diante das barbaridades vistas no último sábado nas imediações do Monumental de Nuñes.

As pessoas de bem no País estão incrédulas. O mundo está chocado. E não poderia ser diferente. O governo promete agir fortemente. Como normalmente nesses momentos os políticos são demagógicos, não se sabe se tudo o que está sendo prometido será cumprido.

Os Barras-Bravas são famosos na Argentina e nada se fez para bani-los e ou puni-los. Como se sabe, há vários anos as autoridades não permitem mais clássicos com duas torcidas. Porque os casos criminosos que já aconteceram se igualam ou até superam os tristes episódios vistos no Brasil.

A Borrachos del Tablón, mais ou menos, “Bêbados na mesa”, famosa torcida do River Plate, tem longo histórico de assassinatos, traições e facções disputando o poder. Nenhuma diferença da Gaviões, Mancha, Independente, Jovem Santista e outras mais.

As leis frouxas e permissivas estimulam a violência. A certeza da imputabilidade também. A fraqueza das autoridades que não tomam providências dá garantias de imunidade aos marginais.

O presidente argentino promete endurecer as leis. Garante que serão tomadas providências. Mas será que ele não sabia que isso um dia iria acontecer? Como presidente do Boca Juniors, Mauricio Macri deve viveu essa história de perto.

Na Argentina, como no Brasil, ou em qualquer lugar que marginais se sintam imunes e impunes, sabe-se que a violência e a intolerância são uma constante.

A sociedade precisa se envolver

Isso serve para nós brasileiros e para eles, argentinos. O povo de bem e os poderes constituídos precisam se unir. E rápido. Porque o problema é antigo. Muita gente foi enterrada, está mutilada ou ferida por causa de marginais que precisam ser contidos. Por isso existem leis. E se não existem que se criem.

Clubes responsáveis

Lá como cá os cartolas são coniventes e covardes. Prometem e não cumprem. Fogem de suas responsabilidades.

O campeonato de 2018 só valerá a pena se tivermos a certeza que serão criadas formas de se prevenir, agir, punir e melhor, evitar o que se viu. 



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Leis mais duras e punitivas

Do Diário do Grande ABC

29/11/2018 | 12:03


(São Paulo) – A definição da Libertadores ficou irrelevante diante das barbaridades vistas no último sábado nas imediações do Monumental de Nuñes.

As pessoas de bem no País estão incrédulas. O mundo está chocado. E não poderia ser diferente. O governo promete agir fortemente. Como normalmente nesses momentos os políticos são demagógicos, não se sabe se tudo o que está sendo prometido será cumprido.

Os Barras-Bravas são famosos na Argentina e nada se fez para bani-los e ou puni-los. Como se sabe, há vários anos as autoridades não permitem mais clássicos com duas torcidas. Porque os casos criminosos que já aconteceram se igualam ou até superam os tristes episódios vistos no Brasil.

A Borrachos del Tablón, mais ou menos, “Bêbados na mesa”, famosa torcida do River Plate, tem longo histórico de assassinatos, traições e facções disputando o poder. Nenhuma diferença da Gaviões, Mancha, Independente, Jovem Santista e outras mais.

As leis frouxas e permissivas estimulam a violência. A certeza da imputabilidade também. A fraqueza das autoridades que não tomam providências dá garantias de imunidade aos marginais.

O presidente argentino promete endurecer as leis. Garante que serão tomadas providências. Mas será que ele não sabia que isso um dia iria acontecer? Como presidente do Boca Juniors, Mauricio Macri deve viveu essa história de perto.

Na Argentina, como no Brasil, ou em qualquer lugar que marginais se sintam imunes e impunes, sabe-se que a violência e a intolerância são uma constante.

A sociedade precisa se envolver

Isso serve para nós brasileiros e para eles, argentinos. O povo de bem e os poderes constituídos precisam se unir. E rápido. Porque o problema é antigo. Muita gente foi enterrada, está mutilada ou ferida por causa de marginais que precisam ser contidos. Por isso existem leis. E se não existem que se criem.

Clubes responsáveis

Lá como cá os cartolas são coniventes e covardes. Prometem e não cumprem. Fogem de suas responsabilidades.

O campeonato de 2018 só valerá a pena se tivermos a certeza que serão criadas formas de se prevenir, agir, punir e melhor, evitar o que se viu. 

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