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Referência profissional


Lucas Nogueira
diretor de recrutamento da Robert Half

27/11/2018 | 23:03


Um processo seletivo completo inclui a sondagem de referências profissionais. Neste momento, recrutadores mais experientes não vão se limitar aos contatos que você indicou. Eles irão ampliar a lista com outros profissionais que julguem fazer sentido para o momento. E isso pode incluir ex-chefes, pares de trabalho ou subordinados. A seguir, compartilho algumas informações desta etapa, que é considerada uma das mais importantes do processo de recrutamento.

1 – Objetivo da sondagem – ao checar suas referências, o recrutador espera confirmar se você é quem diz ser, considerando o ponto de vista de uma terceira pessoa. Além disso, busca complementar a percepção dele com informações que não foram ditas por você durante a entrevista.

2 – Quando apresentar as referências – não é obrigatório inserir contatos de referência no currículo, mas é importante você ter alguns nomes em mente, caso a informação seja solicitada no momento da entrevista. Se preferir inserir o dado no currículo, ele deve entrar como última informação do documento. Em qualquer um dos casos, prefira indicar o telefone da pessoa, que costuma ser mais eficiente que o e-mail.

3 – Quem indicar – procure indicar pessoas que trabalharam próximo a você, conhecem seu potencial e com as quais mantinha um relacionamento saudável. Podem ser chefes, pares, subordinados ou clientes. Muito importante: avise as pessoas que você indicar sobre essa possível ligação telefônica.

4 – Importância do networking – como eu disse, é muito provável que, na checagem de referências, o recrutador não se limite aos nomes que você indicou. Então, para evitar surpresas desagradáveis, cuide do relacionamento com outras pessoas no ambiente de trabalho e na vida pessoal. Assim, as pessoas terão boas memórias do tempo em que conviveram com você. Você nunca saberá de onde pode vir sua próxima indicação.

5 – Carta de recomendação – as empresas brasileiras não costumam solicitar este documento, então, só o apresente caso o descritivo da vaga peça. Basicamente, nesta carta seu chefe deve abordar: como foi o tempo em que trabalhou com você; qual valor agregou à equipe; cuidado que tinha com o trabalho e no relacionamento com o grupo; entre outras características do seu comportamento e as competências que tem. No fim, quem recomenda deve se colocar à disposição para esclarecer mais dúvidas. Em resumo, trata-se de um incentivo para que a empresa contrate o profissional.  



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Referência profissional

Lucas Nogueira
diretor de recrutamento da Robert Half

27/11/2018 | 23:03


Um processo seletivo completo inclui a sondagem de referências profissionais. Neste momento, recrutadores mais experientes não vão se limitar aos contatos que você indicou. Eles irão ampliar a lista com outros profissionais que julguem fazer sentido para o momento. E isso pode incluir ex-chefes, pares de trabalho ou subordinados. A seguir, compartilho algumas informações desta etapa, que é considerada uma das mais importantes do processo de recrutamento.

1 – Objetivo da sondagem – ao checar suas referências, o recrutador espera confirmar se você é quem diz ser, considerando o ponto de vista de uma terceira pessoa. Além disso, busca complementar a percepção dele com informações que não foram ditas por você durante a entrevista.

2 – Quando apresentar as referências – não é obrigatório inserir contatos de referência no currículo, mas é importante você ter alguns nomes em mente, caso a informação seja solicitada no momento da entrevista. Se preferir inserir o dado no currículo, ele deve entrar como última informação do documento. Em qualquer um dos casos, prefira indicar o telefone da pessoa, que costuma ser mais eficiente que o e-mail.

3 – Quem indicar – procure indicar pessoas que trabalharam próximo a você, conhecem seu potencial e com as quais mantinha um relacionamento saudável. Podem ser chefes, pares, subordinados ou clientes. Muito importante: avise as pessoas que você indicar sobre essa possível ligação telefônica.

4 – Importância do networking – como eu disse, é muito provável que, na checagem de referências, o recrutador não se limite aos nomes que você indicou. Então, para evitar surpresas desagradáveis, cuide do relacionamento com outras pessoas no ambiente de trabalho e na vida pessoal. Assim, as pessoas terão boas memórias do tempo em que conviveram com você. Você nunca saberá de onde pode vir sua próxima indicação.

5 – Carta de recomendação – as empresas brasileiras não costumam solicitar este documento, então, só o apresente caso o descritivo da vaga peça. Basicamente, nesta carta seu chefe deve abordar: como foi o tempo em que trabalhou com você; qual valor agregou à equipe; cuidado que tinha com o trabalho e no relacionamento com o grupo; entre outras características do seu comportamento e as competências que tem. No fim, quem recomenda deve se colocar à disposição para esclarecer mais dúvidas. Em resumo, trata-se de um incentivo para que a empresa contrate o profissional.  

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