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Até que enfim


Do Diário do Grande ABC

26/11/2018 | 15:25


(São Paulo) – Vitória anunciada, conquista confirmada, título merecido. Ninguém contesta o deca-campeonato. O Palmeiras tem o melhor elenco do Brasil, como tinha no ano passado. E a estrutura está pronta para os próximos anos.

Felipão deve estar sentindo um sabor especial com essa conquista. Marcado pelos 7 x 1 na Copa de 2014, faltava um título desse tamanho para apagar o fracasso inesquecível. Por mais que o treinador queira ter minimizado a derrota para os alemães na entrevista coletiva depois do jogo contra o Vasco da Gama, ele sabe e todos nós sabemos, que era uma mancha marcante.

Tragédia e vexame

O jogo de sábado foi exageradamente cunhado pelos argentinos como a “decisão do século”. As duas grandes forças do País chegaram à final e a rivalidade estava estampada no placar do primeiro jogo: 2 x 2.

O River Plate tem mais time que o Boca Juniors. Mas sua torcida mostrou incivilidade e selvageria. O ataque ao ônibus do Boca aconteceu por culpa da polícia que não fez um serviço competente, de alguns selvagens, que são confundidos como seres humanos e por causa da eterna incompetência dos cartolas.

Se o River montou um grande time, o retrospecto não lhe é favorável. Zucolini jogou sete partidas irregularmente e o clube não foi punido. O técnico Gallardo trabalhou no estádio olímpico do Grêmio punido pela Conmebol. E não aconteceu nada.

O jogo não podia mesmo ser realizado no sábado. E muito menos no domingo. Pablo Perez teve um sério problema no olho. E o abalo emocional dos boquenses era visível.
A Conmebol vai fazer reunião conciliadora e decisiva nesta terça-feira. Mas qualquer que seja o acordo, a competição está manchada e desmoralizada.

Vandalismo e incompetência são dois ingredientes que estragam o sabor de qualquer final. Mesmo que seja a decisão do século.
 



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Até que enfim

Do Diário do Grande ABC

26/11/2018 | 15:25


(São Paulo) – Vitória anunciada, conquista confirmada, título merecido. Ninguém contesta o deca-campeonato. O Palmeiras tem o melhor elenco do Brasil, como tinha no ano passado. E a estrutura está pronta para os próximos anos.

Felipão deve estar sentindo um sabor especial com essa conquista. Marcado pelos 7 x 1 na Copa de 2014, faltava um título desse tamanho para apagar o fracasso inesquecível. Por mais que o treinador queira ter minimizado a derrota para os alemães na entrevista coletiva depois do jogo contra o Vasco da Gama, ele sabe e todos nós sabemos, que era uma mancha marcante.

Tragédia e vexame

O jogo de sábado foi exageradamente cunhado pelos argentinos como a “decisão do século”. As duas grandes forças do País chegaram à final e a rivalidade estava estampada no placar do primeiro jogo: 2 x 2.

O River Plate tem mais time que o Boca Juniors. Mas sua torcida mostrou incivilidade e selvageria. O ataque ao ônibus do Boca aconteceu por culpa da polícia que não fez um serviço competente, de alguns selvagens, que são confundidos como seres humanos e por causa da eterna incompetência dos cartolas.

Se o River montou um grande time, o retrospecto não lhe é favorável. Zucolini jogou sete partidas irregularmente e o clube não foi punido. O técnico Gallardo trabalhou no estádio olímpico do Grêmio punido pela Conmebol. E não aconteceu nada.

O jogo não podia mesmo ser realizado no sábado. E muito menos no domingo. Pablo Perez teve um sério problema no olho. E o abalo emocional dos boquenses era visível.
A Conmebol vai fazer reunião conciliadora e decisiva nesta terça-feira. Mas qualquer que seja o acordo, a competição está manchada e desmoralizada.

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