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Kassab vira pedra no sapato de Doria


Raphael Rocha

20/11/2018 | 06:33


O governador eleito João Doria (PSDB) recorreu ao ex-prefeito da Capital Gilberto Kassab (PSD) para liderar a Casa Civil e, portanto, estar à frente das negociações políticas da futura administração com figuras políticas do Estado e até da sociedade civil. A indicação de Kassab foi bem-vista no meio político, mas, entre eleitores, custa a ser digerida. Tanto que foi criado movimento #KassabNão entre eleitores do próprio Doria. A cada postagem do tucano em suas redes sociais, enxurrada de pessoas que se dizem eleitoras do futuro governador externa a chateação com a confirmação de Kassab ao secretariado. A reclamação é pelo fato de Kassab ter percorrido os mais diversos governos – foi ministro de Dilma Rousseff (PT) e ainda é de Michel Temer (MDB). Também responde a processos por improbidade no período em que foi prefeito de São Paulo. 

Faixas irregulares

 O vereador Julinho Fuzari (PPS), de São Bernardo, aproveitou o feriado prolongado na cidade para espalhar faixas por diversos bairros do município, citando a eleição de outubro, quando foi candidato a deputado estadual e perdeu, e sugerindo planos para o futuro. O problema é que essas faixas estão em desacordo com a Lei 6.245/2012, que regulamenta o uso de mídia externa em São Bernardo. Em seu artigo 10º, a legislação veda a veiculação de propagandas por meio de faixas – também em banners e lambe-lambe. Ainda conforme a lei, o responsável será notificado e terá dez dias para retirar as peças irregulares. Se isso não for feito, a multa é de R$ 2.000.

Afunilou

 Em Rio Grande da Serra, o que se comenta é que o prefeito Gabriel Maranhão (sem partido) afunilou a preferência para escolher o candidato que concorrerá à sucessão, em 2020. O posto está entre sua vice Marilza de Oliveira (PSD) e Helenice Arruda (PSD), secretária de Educação e filha do ex-prefeito José Carlos Arruda.

Contradições

 Apesar de diversas críticas disparadas pelo prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, seu secretário de Obras, José Marcelo Ferreira Marques, tem participado frequentemente de reuniões do GT (Grupo de Trabalho) de Mobilidade Urbana. Outros quadros técnicos da administração de Lauro continuam, normalmente, as conversas na entidade, apesar de a gestão, além de ter se desfiliado do colegiado, não ter quitado as pendências financeiras com o bloco.

Solitário – 1

Apesar da recomendação do governo sobre discrição ao tratar da eleição para a presidência da Câmara de São Bernardo, o vereador Toninho Tavares (PSDB) articula sua candidatura sem dar ouvidos ao prefeito Orlando Morando (PSDB). Tanto que tem convidado parlamentares, inclusive oposicionistas, para almoço para falar do assunto. Já foram contatados os vereadores Tião Mateus (PT), José Luís Ferrarezi (PT), Toninho da Lanchonete (PT) e Julinho Fuzari (PPS). 

Solitário – 2

Colegas da base de sustentação veem a articulação do vereador Toninho Tavares (PSDB) para comandar o Legislativo de São Bernardo com desdém. Isso porque Toninho, que é irmão do ex-presidente da Casa José Walter Tavares, sequer conseguiu liderar o PSDB no Legislativo. Ele entregou o posto de líder do partido na Câmara após críticas por falhas de atuação – a função hoje é exercida por Ary de Oliveira (PSDB).



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Kassab vira pedra no sapato de Doria

Raphael Rocha

20/11/2018 | 06:33


O governador eleito João Doria (PSDB) recorreu ao ex-prefeito da Capital Gilberto Kassab (PSD) para liderar a Casa Civil e, portanto, estar à frente das negociações políticas da futura administração com figuras políticas do Estado e até da sociedade civil. A indicação de Kassab foi bem-vista no meio político, mas, entre eleitores, custa a ser digerida. Tanto que foi criado movimento #KassabNão entre eleitores do próprio Doria. A cada postagem do tucano em suas redes sociais, enxurrada de pessoas que se dizem eleitoras do futuro governador externa a chateação com a confirmação de Kassab ao secretariado. A reclamação é pelo fato de Kassab ter percorrido os mais diversos governos – foi ministro de Dilma Rousseff (PT) e ainda é de Michel Temer (MDB). Também responde a processos por improbidade no período em que foi prefeito de São Paulo. 

Faixas irregulares

 O vereador Julinho Fuzari (PPS), de São Bernardo, aproveitou o feriado prolongado na cidade para espalhar faixas por diversos bairros do município, citando a eleição de outubro, quando foi candidato a deputado estadual e perdeu, e sugerindo planos para o futuro. O problema é que essas faixas estão em desacordo com a Lei 6.245/2012, que regulamenta o uso de mídia externa em São Bernardo. Em seu artigo 10º, a legislação veda a veiculação de propagandas por meio de faixas – também em banners e lambe-lambe. Ainda conforme a lei, o responsável será notificado e terá dez dias para retirar as peças irregulares. Se isso não for feito, a multa é de R$ 2.000.

Afunilou

 Em Rio Grande da Serra, o que se comenta é que o prefeito Gabriel Maranhão (sem partido) afunilou a preferência para escolher o candidato que concorrerá à sucessão, em 2020. O posto está entre sua vice Marilza de Oliveira (PSD) e Helenice Arruda (PSD), secretária de Educação e filha do ex-prefeito José Carlos Arruda.

Contradições

 Apesar de diversas críticas disparadas pelo prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, seu secretário de Obras, José Marcelo Ferreira Marques, tem participado frequentemente de reuniões do GT (Grupo de Trabalho) de Mobilidade Urbana. Outros quadros técnicos da administração de Lauro continuam, normalmente, as conversas na entidade, apesar de a gestão, além de ter se desfiliado do colegiado, não ter quitado as pendências financeiras com o bloco.

Solitário – 1

Apesar da recomendação do governo sobre discrição ao tratar da eleição para a presidência da Câmara de São Bernardo, o vereador Toninho Tavares (PSDB) articula sua candidatura sem dar ouvidos ao prefeito Orlando Morando (PSDB). Tanto que tem convidado parlamentares, inclusive oposicionistas, para almoço para falar do assunto. Já foram contatados os vereadores Tião Mateus (PT), José Luís Ferrarezi (PT), Toninho da Lanchonete (PT) e Julinho Fuzari (PPS). 

Solitário – 2

Colegas da base de sustentação veem a articulação do vereador Toninho Tavares (PSDB) para comandar o Legislativo de São Bernardo com desdém. Isso porque Toninho, que é irmão do ex-presidente da Casa José Walter Tavares, sequer conseguiu liderar o PSDB no Legislativo. Ele entregou o posto de líder do partido na Câmara após críticas por falhas de atuação – a função hoje é exercida por Ary de Oliveira (PSDB).

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