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Em busca de liderança, fábrica troca Diadema por S.Bernardo


Leda Rosa
Do Diário do Grande ABC

27/07/2007 | 07:07


De olho na liderança do setor de automação pneumática – que movimenta US$ 200 milhões a cada ano no País – a SMC mudou de endereço quinta-feira. Deixou a planta de Diadema e inaugurou as instalações em São Bernardo, em área de 67 mil m².

A mudança possibilita o aumento da produtividade e a afinação logística, através da atuação como CD (Centro de Distribuição) de produtos importados da Ásia para a América do Sul.

Para viabilizar as novas instalações foram investidos US$ 20 milhões, bancados pela matriz japonesa. A companhia mantém 43 subsidiárias em vários países.

Instalada há nove anos no Brasil, a empresa teve crescimento de 45% no faturamento de 2005 e 28% em 2006.

Para 2007, o plano de metas é agressivo: crescer 35% e alcançar 10% a 12% do mercado nacional do setor de pneumáticos.

No caixa, isso significa US$ 20 milhões até maio de 2008. Até 2011, a expectativa é chegar à liderança com 26% das vendas.

A missão ficará a cargo de um time de 77 vendedores da SMC. São engenheiros, formados em mecatrônica e mecânica, que entendem as necessidades da clientela. Na carteira, estão companhias do porte da Volkswagen, General Motors, Toyota e Daimler-Chrysler.

A equipe de vendas vai ter boa parte dos 100 novos empregos gerados pela expansão da planta até 2009. Os demais irão para os setores de logística e produção.

“Detectamos as necessidades dos clientes e criamos equipamentos que atuam como um sistema. Vendemos solução em automação total”, diz Humberto Visconte, presidente da empresa.

LOGÍSTICA

Continuar no Grande ABC foi opção da SMC em função da logística e da mão-de-obra. “Estamos pertos de nossos maiores clientes automotivos e não quisemos perder o nível técnico dos profissionais da região”, diz.

A matriz elegeu a subsidiária brasileira como a sede de distribuição na América do Sul, com 21 mil m² de área construída. Metade do espaço será usado como CD de produtos importados do Japão e China com destino às subsidiárias da Argentina e Chile.

“O cliente não tem estoque nem pode esperar. Tenho 93% dos pedidos para pronta-entrega”, relata Visconte sobre o depósito de 15 mil itens.

Da linha de produção, saem 11 mil itens. Entre os principais estão os cilindros pneumáticos ou atuadores, equipamentos que utilizam ar comprimido.



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Em busca de liderança, fábrica troca Diadema por S.Bernardo

Leda Rosa
Do Diário do Grande ABC

27/07/2007 | 07:07


De olho na liderança do setor de automação pneumática – que movimenta US$ 200 milhões a cada ano no País – a SMC mudou de endereço quinta-feira. Deixou a planta de Diadema e inaugurou as instalações em São Bernardo, em área de 67 mil m².

A mudança possibilita o aumento da produtividade e a afinação logística, através da atuação como CD (Centro de Distribuição) de produtos importados da Ásia para a América do Sul.

Para viabilizar as novas instalações foram investidos US$ 20 milhões, bancados pela matriz japonesa. A companhia mantém 43 subsidiárias em vários países.

Instalada há nove anos no Brasil, a empresa teve crescimento de 45% no faturamento de 2005 e 28% em 2006.

Para 2007, o plano de metas é agressivo: crescer 35% e alcançar 10% a 12% do mercado nacional do setor de pneumáticos.

No caixa, isso significa US$ 20 milhões até maio de 2008. Até 2011, a expectativa é chegar à liderança com 26% das vendas.

A missão ficará a cargo de um time de 77 vendedores da SMC. São engenheiros, formados em mecatrônica e mecânica, que entendem as necessidades da clientela. Na carteira, estão companhias do porte da Volkswagen, General Motors, Toyota e Daimler-Chrysler.

A equipe de vendas vai ter boa parte dos 100 novos empregos gerados pela expansão da planta até 2009. Os demais irão para os setores de logística e produção.

“Detectamos as necessidades dos clientes e criamos equipamentos que atuam como um sistema. Vendemos solução em automação total”, diz Humberto Visconte, presidente da empresa.

LOGÍSTICA

Continuar no Grande ABC foi opção da SMC em função da logística e da mão-de-obra. “Estamos pertos de nossos maiores clientes automotivos e não quisemos perder o nível técnico dos profissionais da região”, diz.

A matriz elegeu a subsidiária brasileira como a sede de distribuição na América do Sul, com 21 mil m² de área construída. Metade do espaço será usado como CD de produtos importados do Japão e China com destino às subsidiárias da Argentina e Chile.

“O cliente não tem estoque nem pode esperar. Tenho 93% dos pedidos para pronta-entrega”, relata Visconte sobre o depósito de 15 mil itens.

Da linha de produção, saem 11 mil itens. Entre os principais estão os cilindros pneumáticos ou atuadores, equipamentos que utilizam ar comprimido.

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