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Max Verstappen parte para cima de Ocon logo após a corrida

Holandês deu empurrões e chamou a atenção do francês, que o tirou da liderança no Brasil


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/11/2018 | 22:03


 Max Verstappen teve tudo para vencer pela segunda vez seguida na temporada. Ou quase tudo; talvez tenha faltado um pouco de sorte. Depois de triunfar no GP do México, o holandês fazia grande prova no Brasil. Liderava, quando o retardatário Esteban Ocon tentou ultrapassá-lo no ‘S’ do Senna, ambos se tocaram, rodaram e a vitória acabou nas mãos de Lewis Hamilton. Assim que a corrida terminou, o holandês da Red Bull esperou pela chegada do francês, da Recing Point, chamou sua atenção com o dedo em riste e o empurrou algumas vezes durante a pesagem obrigatória.

“Quando você é tirado da pista desta maneira, fica sem palavras. O carro funcionou de maneira brilhante, o time me deu grande estratégia e deveríamos ter vencido hoje (ontem)”, declarou Verstappen após a prova – posteriormente, ele foi punido pelos comissários e terá de pagar dois dias de trabalhos comunitários em até seis meses.

Ocon, por sua vez, ressaltou que não há regra que o impeça de ultrapassar o líder, que a Racing Point autorizou a manobra e que as atitudes de Max pós-prova não foram profissionais. “Um mau exemplo às crianças.”

O choque entre os pilotos lembrou situação de 2001, também em Interlagos, quando o pai de Max, Jos Verstappen, na condição de retardatário, bateu no então líder Juan Pablo Montoya no fim da reta oposta, dando fim à corrida dos dois.

Raikkonen e Bottas alcançam honrarias

Em sua penúltima corrida pela Ferrari, Kimi Raikkonen – que retornará à Sauber para 2019 – teve como prêmio de consolação o terceiro lugar no GP do Brasil. O finlandês foi melhor do que seu companheiro Sebastian Vettel durante toda a prova e, no fim, ainda suportou pressão de Daniel Ricciardo para garantir posição no pódio.

“Foi bom, mas não foi fácil. Os pneus estavam bons, mas era difícil ultrapassar”, afirmou o Homem de Gelo logo após a corrida. Sua referência aos pneus é por conta de a Ferrari ter sido a única a optar pelos compostos macios, enquanto os rivais fizeram o primeiro trecho da prova com supermacios.

Já Valtteri Bottas, que havia reclamado da ondulação no traçado de Interlagos, conseguiu terminar o fim de semana com um recorde ao quebrar a marca alcançada por Max Verstappen em 2017 de volta mais rápida durante a corrida. O tempo anterior era de 1min11s473 e o finlandês baixou em quase um segundo: 1min10s540. Vale ressaltar que no sábado Lewis Hamilton fez a pole em 1min07s281, recorde absoluto.

Prefeito anuncia investimento de R$ 43 mi para Interlagos

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) anunciou ontem, durante visita ao GP do Brasil de Fórmula 1, que será feito investimento de R$ 43 milhões para obras no Autódromo de Interlagos. O político ainda insistiu sobre a privatização do local, proposta de campanha de seu antecessor João Doria (PSDB). “Aguardamos a Câmara Municipal aprovar em segunda votação (o projeto de privatização) para que a gente possa dar continuidade ao processo de venda”, explicou.

Entretanto, na contramão do que defendia Doria, Covas anunciou que serão realizados investimentos públicos em Interlagos. “Assinamos agora contrato de R$ 43 milhões com o Ministério do Turismo. Vamos fazer a cobertura do paddock, a reforma dos boxes. Enquanto o processo de privatização não avança na Câmara municipal, a gente continua tratando bem o autódromo, porque sabemos da importância dele para a cidade de São Paulo”, comentou.

Questionado se as melhorias são para a corrida de 2019, observou. “Queria que fosse para ontem, mas vamos ver o mais rápido possível para podermos anunciar o prazo. Agora tem licitação, uma série de complicações que pode ter com o Tribunal de Contas, com o Tribunal de Justiça. Assim que a gente tiver um prazo mais factível, a gente divulga”, encerrou.



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Max Verstappen parte para cima de Ocon logo após a corrida

Holandês deu empurrões e chamou a atenção do francês, que o tirou da liderança no Brasil

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/11/2018 | 22:03


 Max Verstappen teve tudo para vencer pela segunda vez seguida na temporada. Ou quase tudo; talvez tenha faltado um pouco de sorte. Depois de triunfar no GP do México, o holandês fazia grande prova no Brasil. Liderava, quando o retardatário Esteban Ocon tentou ultrapassá-lo no ‘S’ do Senna, ambos se tocaram, rodaram e a vitória acabou nas mãos de Lewis Hamilton. Assim que a corrida terminou, o holandês da Red Bull esperou pela chegada do francês, da Recing Point, chamou sua atenção com o dedo em riste e o empurrou algumas vezes durante a pesagem obrigatória.

“Quando você é tirado da pista desta maneira, fica sem palavras. O carro funcionou de maneira brilhante, o time me deu grande estratégia e deveríamos ter vencido hoje (ontem)”, declarou Verstappen após a prova – posteriormente, ele foi punido pelos comissários e terá de pagar dois dias de trabalhos comunitários em até seis meses.

Ocon, por sua vez, ressaltou que não há regra que o impeça de ultrapassar o líder, que a Racing Point autorizou a manobra e que as atitudes de Max pós-prova não foram profissionais. “Um mau exemplo às crianças.”

O choque entre os pilotos lembrou situação de 2001, também em Interlagos, quando o pai de Max, Jos Verstappen, na condição de retardatário, bateu no então líder Juan Pablo Montoya no fim da reta oposta, dando fim à corrida dos dois.

Raikkonen e Bottas alcançam honrarias

Em sua penúltima corrida pela Ferrari, Kimi Raikkonen – que retornará à Sauber para 2019 – teve como prêmio de consolação o terceiro lugar no GP do Brasil. O finlandês foi melhor do que seu companheiro Sebastian Vettel durante toda a prova e, no fim, ainda suportou pressão de Daniel Ricciardo para garantir posição no pódio.

“Foi bom, mas não foi fácil. Os pneus estavam bons, mas era difícil ultrapassar”, afirmou o Homem de Gelo logo após a corrida. Sua referência aos pneus é por conta de a Ferrari ter sido a única a optar pelos compostos macios, enquanto os rivais fizeram o primeiro trecho da prova com supermacios.

Já Valtteri Bottas, que havia reclamado da ondulação no traçado de Interlagos, conseguiu terminar o fim de semana com um recorde ao quebrar a marca alcançada por Max Verstappen em 2017 de volta mais rápida durante a corrida. O tempo anterior era de 1min11s473 e o finlandês baixou em quase um segundo: 1min10s540. Vale ressaltar que no sábado Lewis Hamilton fez a pole em 1min07s281, recorde absoluto.

Prefeito anuncia investimento de R$ 43 mi para Interlagos

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) anunciou ontem, durante visita ao GP do Brasil de Fórmula 1, que será feito investimento de R$ 43 milhões para obras no Autódromo de Interlagos. O político ainda insistiu sobre a privatização do local, proposta de campanha de seu antecessor João Doria (PSDB). “Aguardamos a Câmara Municipal aprovar em segunda votação (o projeto de privatização) para que a gente possa dar continuidade ao processo de venda”, explicou.

Entretanto, na contramão do que defendia Doria, Covas anunciou que serão realizados investimentos públicos em Interlagos. “Assinamos agora contrato de R$ 43 milhões com o Ministério do Turismo. Vamos fazer a cobertura do paddock, a reforma dos boxes. Enquanto o processo de privatização não avança na Câmara municipal, a gente continua tratando bem o autódromo, porque sabemos da importância dele para a cidade de São Paulo”, comentou.

Questionado se as melhorias são para a corrida de 2019, observou. “Queria que fosse para ontem, mas vamos ver o mais rápido possível para podermos anunciar o prazo. Agora tem licitação, uma série de complicações que pode ter com o Tribunal de Contas, com o Tribunal de Justiça. Assim que a gente tiver um prazo mais factível, a gente divulga”, encerrou.

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