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Vitória cai no colo de Lewis Hamilton

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Britânico é beneficiado por toque do retardatário Ocon no então líder Verstappen para triunfar em Interlagos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/11/2018 | 22:00


 O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 teve tudo para terminar com um surpreendente vencedor. Depois de largar em quinto e realizar grandes ultrapassagens, Max Verstappen liderava a etapa brasileira quando, durante manobra irresponsável do então retardatário Esteban Ocon, o holandês da Red Bull perdeu a primeira posição para Lewis Hamilton, que sustentou sua colocação até o fim para vencer pela décima vez na temporada.

O pentacampeão antecipado chegou a 72 triunfos na brilhante carreira e segue à caça do hepta Michael Schumacher, que ostenta 91 – mas com mais dois anos de contrato com a Mercedes, tem totais condições para alcançá-lo nas duas situações. Aliás, com o triunfo do britânico e o quinto lugar de Valtteri Bottas, a equipe alemã sagrou-se campeã de construtoras, com 620 pontos, contra 553 da Ferrari.

Ao sair do carro, Hamilton celebrou muito junto dos colegas de equipe as conquistas na temporada. “Isso é o que todo mundo trabalha para alcançar. Conseguimos conquistar isso trabalhando como um só”, afirmou, logo após sair do carro. Na coletiva de imprensa ele ainda tentou explicar o motivo para tanta comemoração. “Foi uma explosão... Na última corrida, no México, quando venci o campeonato mundial, eu realmente não comemorei tanto, porque sabia que ainda tínhamos outro campeonato para vencer e eu realmente precisava manter o foco para o time”, emendou. “É uma honra dirigir por eles e estou orgulhoso por todos”, complementou.

Quando as luzes vermelhas se apagaram dando início à corrida, o que se viu foi uma largada praticamente limpa – exceção feita a toque de Marcus Ericsson em Kevin Magnussen. Depois, não demorou para Bottas superar Vettel e assumir o segundo posto, enquanto Hamilton seguia à frente.

Mas volta a volta Max Verstappen ganhava terreno. Passou as Ferraris de Vettel e Kimi Raikkonen e se beneficiou das paradas nos boxes de Bottas e Hamilton para assumir a primeira posição. E mesmo depois que fez sua troca de pneus e retornou atrás do britânico, o holandês teve carro e competência para voltar ao primeiro lugar. Até o fatídico toque com Ocon no ‘S’ do Senna – o francês levou apenas uma punição de dez segundos. Verstappen ainda agiu rápido e partiu de novo à caça de Hamilton, chegou a ficar a 1s5, mas não teve tempo para nova manobra sobre o competidor da Mercedes.

Destaque também para o outro piloto da Red Bull, Daniel Ricciardo, que por pouco não tirou Kimi Raikkonen do pódio. O australiano – que se despede da equipe no próximo GP, em Abu Dhabi –, apostou em tática diferente, teve habilidade para deixar Vettel e Bottas para trás e finalizou a prova em quarto.

Piloto da Ferrari na vaga de Kimi Raikkonen, o monegasco Charles Leclerc, da Sauber, finalizou em sétimo, seguido pela dupla da Haas – Grosejan e Magnussen, respectivamente – e Sérgio Perez, da Racing Point, que fechou o top10.



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Vitória cai no colo de Lewis Hamilton

Britânico é beneficiado por toque do retardatário Ocon no então líder Verstappen para triunfar em Interlagos

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

11/11/2018 | 22:00


 O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 teve tudo para terminar com um surpreendente vencedor. Depois de largar em quinto e realizar grandes ultrapassagens, Max Verstappen liderava a etapa brasileira quando, durante manobra irresponsável do então retardatário Esteban Ocon, o holandês da Red Bull perdeu a primeira posição para Lewis Hamilton, que sustentou sua colocação até o fim para vencer pela décima vez na temporada.

O pentacampeão antecipado chegou a 72 triunfos na brilhante carreira e segue à caça do hepta Michael Schumacher, que ostenta 91 – mas com mais dois anos de contrato com a Mercedes, tem totais condições para alcançá-lo nas duas situações. Aliás, com o triunfo do britânico e o quinto lugar de Valtteri Bottas, a equipe alemã sagrou-se campeã de construtoras, com 620 pontos, contra 553 da Ferrari.

Ao sair do carro, Hamilton celebrou muito junto dos colegas de equipe as conquistas na temporada. “Isso é o que todo mundo trabalha para alcançar. Conseguimos conquistar isso trabalhando como um só”, afirmou, logo após sair do carro. Na coletiva de imprensa ele ainda tentou explicar o motivo para tanta comemoração. “Foi uma explosão... Na última corrida, no México, quando venci o campeonato mundial, eu realmente não comemorei tanto, porque sabia que ainda tínhamos outro campeonato para vencer e eu realmente precisava manter o foco para o time”, emendou. “É uma honra dirigir por eles e estou orgulhoso por todos”, complementou.

Quando as luzes vermelhas se apagaram dando início à corrida, o que se viu foi uma largada praticamente limpa – exceção feita a toque de Marcus Ericsson em Kevin Magnussen. Depois, não demorou para Bottas superar Vettel e assumir o segundo posto, enquanto Hamilton seguia à frente.

Mas volta a volta Max Verstappen ganhava terreno. Passou as Ferraris de Vettel e Kimi Raikkonen e se beneficiou das paradas nos boxes de Bottas e Hamilton para assumir a primeira posição. E mesmo depois que fez sua troca de pneus e retornou atrás do britânico, o holandês teve carro e competência para voltar ao primeiro lugar. Até o fatídico toque com Ocon no ‘S’ do Senna – o francês levou apenas uma punição de dez segundos. Verstappen ainda agiu rápido e partiu de novo à caça de Hamilton, chegou a ficar a 1s5, mas não teve tempo para nova manobra sobre o competidor da Mercedes.

Destaque também para o outro piloto da Red Bull, Daniel Ricciardo, que por pouco não tirou Kimi Raikkonen do pódio. O australiano – que se despede da equipe no próximo GP, em Abu Dhabi –, apostou em tática diferente, teve habilidade para deixar Vettel e Bottas para trás e finalizou a prova em quarto.

Piloto da Ferrari na vaga de Kimi Raikkonen, o monegasco Charles Leclerc, da Sauber, finalizou em sétimo, seguido pela dupla da Haas – Grosejan e Magnussen, respectivamente – e Sérgio Perez, da Racing Point, que fechou o top10.

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