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Presidente do TJ-SP diz que greve do Judiciário pode acabar


Do Diário OnLine
Com Agências

21/09/2004 | 12:13


O presidente do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), Luiz Elias Tâmbara, afirmou nesta terça-feira que a greve do Judiciário pode acabar na quarta, após uma assembléia dos servidores. A paralisação completou 85 dias e é a maior da história.

Em entrevista à Rádio CBN, Tâmbara afirmou que ao fim da greve os servidores podem fazer um "mutirão para recuperar o tempo parado", trabalhando duas horas a mais por dia e aos sábados. Ele destacou, entretanto, que isso teria de ser decidido em acordo com os grevistas.

O presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Gozzi, afirmou também em entrevista à CBN que a greve pode terminar se o TJ aceitar, além de um reajuste a ser dado imediatamente, um novo aumento salarial em 2005.

Ele explicou que, no início do movimento, os servidores pediam mais de 39% de reajuste. O TJ aceitou aumentar os salários da categoria em 26,39%, mas teve de recuar após o governo estadual se recusar a liberar a verba. Agora, o reajuste deve ficar em cerca de 14,5%.

Gozzi ressaltou que o valor oferecido pelo governo de São Paulo é "muito abaixo" do que a categoria esperava, por isso ele não descarta que a greve prossiga após quarta-feira. A pressão contra a paralisação cresceu na segunda, após o presidente do STJ (Superior tribunal de Justiça), ministro Edson Vidigal, defender intervenção federal no Estado por causa da greve.

Estima-se que mais de 12 milhões de processos judiciais estão parados no Estado por causa da greve. Cerca de 400 mil audiências foram canceladas.



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