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H1N1: não há epidemia

As pandemias da gripe, que ocorrem mais ou menos a cada geração...


Dgabc

26/08/2012 | 00:00


Artigo

As pandemias da gripe, que ocorrem mais ou menos a cada geração, de forma imprevisível, podem ser causadas por diversos subtipos do vírus influenza. Há três anos o mundo convive com o subtipo H1N1, causador da gripe A, variante para a qual não havia vacina disponível no mundo.

Epidemiologistas, clínicos e cientistas foram a campo, pesquisaram, estudaram e logo descobriram, para alívio mundial, que o A H1N1 não era tão letal quanto o A H5N1, vírus causador da gripe aviária, até hoje não transmitido inter-humanos, mas que, em 2005, atingiu índices de letalidade superiores a 50%.

O vírus H1N1 se manifesta no organismo com os mesmos sintomas clássicos gripais: febre alta de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta, irritação nos olhos, tosse, coriza e cansaço.

A mortalidade da infecção pelo vírus influenza é relativamente baixa, 0,01% ou menos. O número de óbitos é maior em lactentes, idosos, pacientes com diagnósticos de doenças crônicas, como os cardiopatas e os pneumopatas e doentes imunodeprimidos.

Desde 2010 a pandemia foi superada graças ao fortalecimento da rede de assistência, terapia medicamentosa com o antigripal Oseltanavir e vacinação em massa da população, disponível, gratuitamente, no SUS (Sistema Único de Saúde). Em São Paulo a campanha vacinal deste ano alcançou a cobertura de 80% da população-alvo. Também há parcela de pessoas que já contraiu o vírus, desenvolvendo anticorpos contra a gripe A H1N1.

A partir dessas constatações, a boa notícia é que o vírus A H1N1 continua o mesmo. Significa que não sofreu mutações e não ficou mais resistente nem mais mortífero. Por isso, as medidas de prevenção, como imunizar a população, reforçar as medidas de higiene, cobrir a boca ao tossir e espirrar, evitar compartilhar objetos como copos e talheres e procurar lugares mais arejados são as mais efetivas para evitar o contágio da doença.

Não há, portanto, no momento, qualquer anormalidade epidemiológica no Estado de São Paulo. É muito importante prestar atenção ao prolongamento ou exacerbação dos sintomas, em especial, nas populações de maior risco. Nesses casos, o melhor a fazer é procurar imediatamente o serviço de Saúde.

David Uip é médico infectologista e diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

PALAVRA DO LEITOR

Imigrantes

Em reforço à carta do leitor Charles França (Ecovias, dia 23), gostaria de ressaltar que faço uso diário da Imigrantes do km 40 ao km 18 e tenho visto a circulação dos caminhões que estão trabalhando na construção da faixa extra no trecho citado. Esses caminhões têm circulado com excesso de peso. Por quê? Só por estarem trabalhando para a Ecovias? A rodovia não é propriedade da concessionária! Esta só é responsável pela manutenção e operação. Para variar, dois pesos e duas medidas. Nós somos submetidos às regras e eles não? Cadê a Artesp, Ministério Público e Secretaria de Transportes? É preciso mais fiscalização a essa empresa.

Danilo Colombo, São Bernardo

Resposta

Em resposta à carta do leitor Charles França (Ecovias, dia 23), a Ecovias informa que age proativamente e, semanalmente, realiza lavagem do túnel sob a Via Anchieta, no km 23,5, além de pintar as instalações periodicamente. Inclusive, esclarece que os mais recentes serviços de lavagem e remoção de pichação no local foram realizados dia 23. Ainda, outros serviços de manutenção, como o de troca de bombas de drenagem de água e a substituição de lâmpadas, são realizados pela concessionária. Para 2013, a Ecovias prevê a revitalização de toda iluminação nas partes interna e externa do túnel, com a troca do quadro de distribuição. A Ecovias informa também que parte da necessidade de manutenção do túnel é decorrente de vandalismo.

Ecovias

Consciência

Atenção eleitores, está chegando a hora de fazer uso da grande força que têm: o voto. Não troquem esse valor por pequenas coisas, que logo desaparecem sem nada lhes servir durante os quatro anos de mandato daqueles que escolheram para representá-los. Notem bem as promessas! Eles dizem que farão isso e aquilo, mas não explicam quando, como, quais recursos terão etc. Em cada eleição aumenta o número daqueles que dizem trabalhar em prol de melhorias para a cidade em seus diversos setores. Há de se fazer pesquisa com uma pergunta aos candidados: qual dos senhores promete, se vencedor, trabalhar recebendo apenas uma certa e justa ajuda de custos mensal, sem ter salário fixo por mês? Afinal, em épocas passadas isso era realidade em pequenas cidades. Mas o progresso chegou e trouxe quantidade, anulando a qualidade.

Américo Del Corto, Ribeirão Pires

Mensalão

Há atraso de mais ou menos sete anos no julgamento dos envolvidos no Mensalão! Foram milhões e milhões que sumiram do dinheiro público para se comprar votos e partidos, no maior escândalo financeiro de que se tem notícia no País! É chegada a hora de se iniciar a limpeza da podridão política, que só prejudica e atrasa o País. Os advogados dos réus afirmam que todos são inocentes! Neste caso, no que podemos observar, advogados não estão nem aí para se fazer justiça, e sim para ganhar muita grana de seus clientes. A única esperança é que os ministros sejam imparciais e apliquem a lei. É preciso que se acabe com essa mania de os políticos acharem que têm que levar propina em tudo. Parem com o interesse pessoal e comecem a trabalhar pelos seus salários e para o bem do povo. Se deixarmos esses corruptos impunes, estaremos dando nosso atestado de incompetentes. O País pede Justiça!

Ivanir de Lima, São Bernardo



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