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IGP-M na 1ª prévia de novembro cai 0,11% ante +1,06% na 1ª de outubro, diz FGV



09/11/2018 | 08:25


O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) recuou 0,11% na primeira prévia de novembro, após ter avançado 1,06% na primeira prévia de outubro. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira, 9, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula alta de 9,13% no ano e avanço de 10,10% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de novembro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, recuou 0,31%, ante um avanço de 1,40% na primeira prévia de outubro.

O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,30% na prévia de novembro, depois de uma alta de 0,44% em igual leitura de outubro.

Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve aumento de 0,29% na primeira prévia de novembro, depois da alta de 0,31% na primeira prévia do mês anterior.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 31 de outubro. No dado fechado do mês de outubro, o IGP-M subiu 0,89%.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários, medidos pelo IPA Agrícola, caíram 1,65% no atacado na primeira prévia do IGP-M de novembro. Na mesma prévia de outubro, houve elevação de 1,17%, informou a FGV.

Já os produtos industriais no atacado, mensurados pelo IPA Industrial, tiveram alta de 0,13% na primeira prévia de novembro, ante aumento de 1,48% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais caíram 0,17% na primeira prévia de novembro, depois do avanço de 0,92% na mesma prévia de outubro.

Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 0,58% na prévia de novembro, ante elevação de 1,93% na primeira prévia de outubro. Os preços das matérias-primas brutas recuaram 1,59% na primeira leitura de novembro, após uma alta de 1,30% na mesma prévia de outubro.



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