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Santo André prorroga cadastro virtual para programas habitacionais

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Sistema já atraiu 15 mil pessoas, sendo 40% delas de áreas vulneráveis


Daniel Macário
Especial para o Diário

09/11/2018 | 07:00


A Prefeitura de Santo André prorrogou até o dia 31 de dezembro o cadastro on-line para famílias de baixa renda do município interessadas em moradias populares, incluindo unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. As inscrições – feitas pela internet e por aplicativo de celular – servirão como base para que a administração conheça o real deficit habitacional na cidade e direcione famílias para futuros projetos.

Implantado em maio, o sistema atraiu, até o momento, 15 mil interessados. Segundo a Prefeitura, 8.000 inscrições estão completas e outros 7.000 formulários dependem do envio de documentos adicionais para serem efetivados.

Balanço divulgado pelo município mostra que o sistema é composto, em sua maioria, por famílias com renda mensal de até R$ 1.800. Se encaixam neste perfil 40% (6.000) dos moradores inscritos. “São famílias da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida que vivem em moradias precárias em áreas vulneráveis de diversas regiões da cidade”, explicou o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Fernando Marangoni (DEM).

As demais inscrições são divididas entre pessoas interessadas na faixa 1,5 do programa federal (30%), cuja renda familiar chega a R$ 2.600; e faixas 2 e 3 (30%), com rendimentos que variam entre R$ 2.601 e R$ 9.000. “Ampliamos o cadastro com a intenção de atingir cerca de 20 mil inscrições. Esperamos, por exemplo, mais cadastros de famílias da faixa 1,5”, diz Marangoni.

Para o prefeito Paulo Serra (PSDB), o sistema tem mostrado resultados satisfatórios quando comparado ao último cadastro, produzido em 2009, pela Prefeitura. Na ocasião, das 66.424 pessoas que efetuaram inscrição, 49% sequer colocaram o número do CPF. Outros 10% residiam em outros municípios. “Independentemente do volume de inscritos, o importante é que se trata de cadastro real. Todo mundo que está nele tem chance efetiva, dentro dos sorteios que iremos realizar a partir de 2019, de ter acesso à sua casa própria.”

Atualmente, o município possui em andamento projeto para erguer 8.000 moradias. A expectativa é a de que ainda neste ano sejam inauguradas 910 unidades nos conjuntos Novo Pinheirinho e Santos Dias, no Jardim do Estádio. As entregas das chaves dependem de documentação por parte do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), entidade responsável pelos empreendimentos.


CADASTRO

Interessados no cadastro habitacional podem fazer sua inscrição até o fim do ano pelo endereço www.minhacasaminhavida.santoandre.sp.gov.br. Moradores deverão preencher formulário atendendo requisitos básicos para participar da seleção de futuros projetos.

Os interessados devem residir há pelo menos cinco anos em Santo André, ter mais de 18 anos e não ser proprietário de nenhum imóvel. 



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Santo André prorroga cadastro virtual para programas habitacionais

Sistema já atraiu 15 mil pessoas, sendo 40% delas de áreas vulneráveis

Daniel Macário
Especial para o Diário

09/11/2018 | 07:00


A Prefeitura de Santo André prorrogou até o dia 31 de dezembro o cadastro on-line para famílias de baixa renda do município interessadas em moradias populares, incluindo unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. As inscrições – feitas pela internet e por aplicativo de celular – servirão como base para que a administração conheça o real deficit habitacional na cidade e direcione famílias para futuros projetos.

Implantado em maio, o sistema atraiu, até o momento, 15 mil interessados. Segundo a Prefeitura, 8.000 inscrições estão completas e outros 7.000 formulários dependem do envio de documentos adicionais para serem efetivados.

Balanço divulgado pelo município mostra que o sistema é composto, em sua maioria, por famílias com renda mensal de até R$ 1.800. Se encaixam neste perfil 40% (6.000) dos moradores inscritos. “São famílias da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida que vivem em moradias precárias em áreas vulneráveis de diversas regiões da cidade”, explicou o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Fernando Marangoni (DEM).

As demais inscrições são divididas entre pessoas interessadas na faixa 1,5 do programa federal (30%), cuja renda familiar chega a R$ 2.600; e faixas 2 e 3 (30%), com rendimentos que variam entre R$ 2.601 e R$ 9.000. “Ampliamos o cadastro com a intenção de atingir cerca de 20 mil inscrições. Esperamos, por exemplo, mais cadastros de famílias da faixa 1,5”, diz Marangoni.

Para o prefeito Paulo Serra (PSDB), o sistema tem mostrado resultados satisfatórios quando comparado ao último cadastro, produzido em 2009, pela Prefeitura. Na ocasião, das 66.424 pessoas que efetuaram inscrição, 49% sequer colocaram o número do CPF. Outros 10% residiam em outros municípios. “Independentemente do volume de inscritos, o importante é que se trata de cadastro real. Todo mundo que está nele tem chance efetiva, dentro dos sorteios que iremos realizar a partir de 2019, de ter acesso à sua casa própria.”

Atualmente, o município possui em andamento projeto para erguer 8.000 moradias. A expectativa é a de que ainda neste ano sejam inauguradas 910 unidades nos conjuntos Novo Pinheirinho e Santos Dias, no Jardim do Estádio. As entregas das chaves dependem de documentação por parte do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), entidade responsável pelos empreendimentos.


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Interessados no cadastro habitacional podem fazer sua inscrição até o fim do ano pelo endereço www.minhacasaminhavida.santoandre.sp.gov.br. Moradores deverão preencher formulário atendendo requisitos básicos para participar da seleção de futuros projetos.

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