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Ibovespa sobe 1,33% e renova recorde histórico

Marcello Casal Jr. Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


05/11/2018 | 19:06


O Índice Bovespa registrou nesta segunda-feira, 5, sua quarta alta consecutiva e renovou seu recorde histórico, ao atingir 89.598,16 pontos, na máxima do dia, com valorização de 1,33%. Boa parte da valorização foi relacionada a ajustes após o feriado de Finados, quando o mercado brasileiro esteve fechado, mas os papéis de empresas nacionais registraram ganhos significativos nas bolsas de Nova York.

A atual sequência de altas do Ibovespa intensifica as discussões nas mesas de operações em torno da possibilidade de o indicador ter fôlego para se sustentar acima dos 90 mil pontos no curto prazo. No mercado futuro, no entanto, o índice marcou máxima de 90.180 pontos. Analistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, não arriscam apostar na conquista desse patamar no mercado à vista.

Uma das justificativas é que o índice estaria demasiadamente "esticado", principalmente quando comparado aos seus pares no mercado internacional. Outro fator é o fato de as recentes altas terem sido sustentadas quase que exclusivamente por investidores domésticos, animados pela vitória de Jair Bolsonaro (PSL) ante a candidatura do PT na eleição presidencial.

"A tendência do Ibovespa é de alta no médio e no longo prazo, mas há riscos no curto, uma vez que estamos na contramão dos demais mercados. Como o índice está nas máximas históricas, é possível que a aversão ao risco no cenário externo o obrigue a se acoplar às bolsas internacionais", disse José Faria Junior, diretor da Wagner Investimentos.

Para ele, uma correção mais forte, que leve o Ibovespa para o patamar abaixo dos 85 mil pontos, pode ser também uma oportunidade para o investidor estrangeiro voltar ao mercado brasileiro. "Por enquanto ele está evitando uma realocação de recursos, devido à aversão ao risco internacional. Esse investidor também está no processo de entender quem é Jair Bolsonaro", afirmou.

Na análise por ações, o destaque ficou com os papéis da Petrobras, que subiram 2,96% (ON) e 3,07% (PN), também nas máximas do dia, mesmo em um dia de instabilidade dos preços do petróleo. A empresa divulga nesta terça-feira os números do seu balanço trimestral e há expectativas otimistas para os números de receita da companhia. Outro fator que ajudou a impulsionar as ações da estatal foi a expectativa de retomada da discussão sobre cessão onerosa.



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Ibovespa sobe 1,33% e renova recorde histórico


05/11/2018 | 19:06


O Índice Bovespa registrou nesta segunda-feira, 5, sua quarta alta consecutiva e renovou seu recorde histórico, ao atingir 89.598,16 pontos, na máxima do dia, com valorização de 1,33%. Boa parte da valorização foi relacionada a ajustes após o feriado de Finados, quando o mercado brasileiro esteve fechado, mas os papéis de empresas nacionais registraram ganhos significativos nas bolsas de Nova York.

A atual sequência de altas do Ibovespa intensifica as discussões nas mesas de operações em torno da possibilidade de o indicador ter fôlego para se sustentar acima dos 90 mil pontos no curto prazo. No mercado futuro, no entanto, o índice marcou máxima de 90.180 pontos. Analistas ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, não arriscam apostar na conquista desse patamar no mercado à vista.

Uma das justificativas é que o índice estaria demasiadamente "esticado", principalmente quando comparado aos seus pares no mercado internacional. Outro fator é o fato de as recentes altas terem sido sustentadas quase que exclusivamente por investidores domésticos, animados pela vitória de Jair Bolsonaro (PSL) ante a candidatura do PT na eleição presidencial.

"A tendência do Ibovespa é de alta no médio e no longo prazo, mas há riscos no curto, uma vez que estamos na contramão dos demais mercados. Como o índice está nas máximas históricas, é possível que a aversão ao risco no cenário externo o obrigue a se acoplar às bolsas internacionais", disse José Faria Junior, diretor da Wagner Investimentos.

Para ele, uma correção mais forte, que leve o Ibovespa para o patamar abaixo dos 85 mil pontos, pode ser também uma oportunidade para o investidor estrangeiro voltar ao mercado brasileiro. "Por enquanto ele está evitando uma realocação de recursos, devido à aversão ao risco internacional. Esse investidor também está no processo de entender quem é Jair Bolsonaro", afirmou.

Na análise por ações, o destaque ficou com os papéis da Petrobras, que subiram 2,96% (ON) e 3,07% (PN), também nas máximas do dia, mesmo em um dia de instabilidade dos preços do petróleo. A empresa divulga nesta terça-feira os números do seu balanço trimestral e há expectativas otimistas para os números de receita da companhia. Outro fator que ajudou a impulsionar as ações da estatal foi a expectativa de retomada da discussão sobre cessão onerosa.

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