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Natureza com traços brasileiros

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Cirque du Soleil traz pela primeira vez ao Brasil o espetáculo ‘Ovo’, com mescla de ritmos nacionais


Daniela Pegoraro

06/11/2018 | 07:00


Em comunidade de insetos, vivem pacificamente as formigas vermelhas, aranhas, escaravelhos, borboletas e a figura simpática e solitária da Joaninha. A rotina das espécies, no entanto, se abala com a chegada do Estrangeiro, mosca que traz consigo curioso ovo. Malabarismos, contorcionismos, acrobacias e música brasileira complementam a atmosfera do espetáculo Ovo, do Cirque du Soleil, que chega com ineditismo no País em 2019.

No meio dessa natureza, o toque de brasilidade se encontra permanentemente presente. Isso porque a criação do show ficou nas mãos da coreógrafa carioca Deborah Colker, primeira mulher a tomar a dianteira na direção de atração do grupo desde sua criação, em 1984, no Canadá. “A ideia dos insetos veio de relacionar eles com as famílias circenses. Com a chegada do Estrangeiro, quis tratar da questão do imigrante, de aceitar aquilo que é diferente de nós”, explica Deborah. Ela ainda acrescenta que foi um processo difícil, mantendo em mente que a história tinha de ser atemporal, universal e agradar a todas a idades.

O toque nacional ganha força também nas cores no cenário e figurinos, além de influenciar a trilha musical, com mescla de ritmos como bossa nova, samba e funk – tudo performado por banda de sete integrantes internacionais, sendo que a baiana Julia Tazie interpreta as canções ao vivo. O carioca Berna Ceppas assina a composição das músicas.

JOANINHA CAPIXABA

O DNA nacional se espalha mais pelo espetáculo com a presença de Neiva Nascimento no elenco dando vida à Joaninha e sagrando-se a primeira brasileira a protagonizar um projeto do Cirque du Soleil. Natural do Espírito Santo, a artista vem de família circense – os pais eram acrobatas. Estreou nos palcos aos 7 anos, como contorcionista, mas queria levar a carreira como palhaça. Após audições, foi chamada em 2014 para assumir o posto da atual personagem. “Não entendia como Ovo ainda não tinha vindo para o Brasil, com toda essa construção da nossa cultura. Estou realizando sonho de trabalhar no Cirque du Soleil e me apresentar em casa”, revela Neiva.

O show teve concepção em 2009, estreando ainda naquele ano no Canadá. Nos últimos dois anos, embarcou em turnê pela América do Norte e Europa, reunindo público de mais de 5 milhões de pessoas. A primeira parada no País ocorre em Belo Horizonte (março), passando por Rio de Janeiro e Brasília antes de tomar espaço na agenda cultural de São Paulo, entre 19 de abril e 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera. Os ingressos, sem valores divulgados até o momento, estarão à venda a partir de 3 de dezembro, chamando todos para verem de perto como a natureza é pano de fundo para questão imigrante recheada de acrobacias e magia.



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Natureza com traços brasileiros

Cirque du Soleil traz pela primeira vez ao Brasil o espetáculo ‘Ovo’, com mescla de ritmos nacionais

Daniela Pegoraro

06/11/2018 | 07:00


Em comunidade de insetos, vivem pacificamente as formigas vermelhas, aranhas, escaravelhos, borboletas e a figura simpática e solitária da Joaninha. A rotina das espécies, no entanto, se abala com a chegada do Estrangeiro, mosca que traz consigo curioso ovo. Malabarismos, contorcionismos, acrobacias e música brasileira complementam a atmosfera do espetáculo Ovo, do Cirque du Soleil, que chega com ineditismo no País em 2019.

No meio dessa natureza, o toque de brasilidade se encontra permanentemente presente. Isso porque a criação do show ficou nas mãos da coreógrafa carioca Deborah Colker, primeira mulher a tomar a dianteira na direção de atração do grupo desde sua criação, em 1984, no Canadá. “A ideia dos insetos veio de relacionar eles com as famílias circenses. Com a chegada do Estrangeiro, quis tratar da questão do imigrante, de aceitar aquilo que é diferente de nós”, explica Deborah. Ela ainda acrescenta que foi um processo difícil, mantendo em mente que a história tinha de ser atemporal, universal e agradar a todas a idades.

O toque nacional ganha força também nas cores no cenário e figurinos, além de influenciar a trilha musical, com mescla de ritmos como bossa nova, samba e funk – tudo performado por banda de sete integrantes internacionais, sendo que a baiana Julia Tazie interpreta as canções ao vivo. O carioca Berna Ceppas assina a composição das músicas.

JOANINHA CAPIXABA

O DNA nacional se espalha mais pelo espetáculo com a presença de Neiva Nascimento no elenco dando vida à Joaninha e sagrando-se a primeira brasileira a protagonizar um projeto do Cirque du Soleil. Natural do Espírito Santo, a artista vem de família circense – os pais eram acrobatas. Estreou nos palcos aos 7 anos, como contorcionista, mas queria levar a carreira como palhaça. Após audições, foi chamada em 2014 para assumir o posto da atual personagem. “Não entendia como Ovo ainda não tinha vindo para o Brasil, com toda essa construção da nossa cultura. Estou realizando sonho de trabalhar no Cirque du Soleil e me apresentar em casa”, revela Neiva.

O show teve concepção em 2009, estreando ainda naquele ano no Canadá. Nos últimos dois anos, embarcou em turnê pela América do Norte e Europa, reunindo público de mais de 5 milhões de pessoas. A primeira parada no País ocorre em Belo Horizonte (março), passando por Rio de Janeiro e Brasília antes de tomar espaço na agenda cultural de São Paulo, entre 19 de abril e 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera. Os ingressos, sem valores divulgados até o momento, estarão à venda a partir de 3 de dezembro, chamando todos para verem de perto como a natureza é pano de fundo para questão imigrante recheada de acrobacias e magia.

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