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CCBB São Paulo apresenta, a partir de quarta, a exposição ‘50 Anos de Realismo’


Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

04/11/2018 | 07:00


De tão perfeito, parece real. Esta será a sensação de quem passear pela exposição 50 Anos de Realismo – Do Fotorrealismo à Realidade Virtual, que será inaugurada quarta-feira, às 9h, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em São Paulo. Com curadoria de Tereza de Arruda, como o nome sugere, a mostra – que tem um representante da região, o artista Giovani Caramello – apresentará acervo inédito e abrangente da realidade e sua representação em diversos segmentos da arte contemporânea nas últimas cinco décadas.

Ao todo, o visitante poderá apreciar cerca de 90 obras, entre pinturas, esculturas, vídeos e instalações interativas, de 30 artistas internacionais e brasileiros, que ocuparão todos os espaços expositivos do local. Será uma linha do tempo contando como o fenômeno da representação da realidade foi tratado a partir do fotorrealismo, no fim da década de 1960, e foi aprimorado por meio do hiper-realismo e como se expandiu com a realidade virtual.

Segundo a curadora, a imagem e realidade, assim como a verdade e realidade, parecem ser, à primeira vista, idênticas. “Justamente por essa aproximação, surge um certo estranhamento e desconforto no momento em que nos perguntamos o que é a realidade e qual sua importância na representação artística”, acrescenta.
Para responder essa pergunta basta apreciar as obras selecionadas, entre elas a do andreense Giovani Caramello.

Ele é um dos representantes do hiper-realismo e terá três peças no espaço: a Sozinho, a primeira que confeccionou, a Diálogo, e a terceira, feita exclusivamente para a mostra, o Nikutai – Corpo de Carne, que retrata um dançarino de Butoh. “Esta dança japonesa surgiu no pós-guerra e é muito expressiva com o corpo. Como o escultor sempre busca referências em que ele possa explorar o máximo os recortes do corpo, este dançarino foi o ideal. O personagem é todo contorcido e, por isso, os músculos ficam evidentes”, explica o representante de Caramello no Brasil e galerista da Oma Galeria, Thomaz Pacheco. A obra, que começou a ser confeccionada em maio, tem 2,50 m e ficará no centro da exposição.

A mostra também conta com obras de artistas como John De Andrea, Ben Johnson, Craig Wylie, Javier Banegas, Ralph Goings, Raphaella Spence, Simon Hennessey e os brasileiros Fábio Magalhães, Hildebrando de Castro e Regina Silveira. Depois de sair do CCBB, a exposição deverá ir para Brasília e seguirá para o Rio de Janeiro.
No dia da abertura haverá um bate-papo às 19h sobre realismo na contemporaneidade aberto ao público. A entrada é gratuita, mas é necessário retirar a senha uma hora antes do início do evento.

50 anos de Realismo – Do Fotorrealismo à Realidade Virtual – Exposição. No CCBB – Rua Álvares Penteado, em São Paulo, A partir de quarta-feira até 14 de janeiro. Visitação: de quarta a segunda, das 9h às 21h. Grátis. 



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CCBB São Paulo apresenta, a partir de quarta, a exposição ‘50 Anos de Realismo’

Miriam Gimenes
Do Diário do Grande ABC

04/11/2018 | 07:00


De tão perfeito, parece real. Esta será a sensação de quem passear pela exposição 50 Anos de Realismo – Do Fotorrealismo à Realidade Virtual, que será inaugurada quarta-feira, às 9h, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em São Paulo. Com curadoria de Tereza de Arruda, como o nome sugere, a mostra – que tem um representante da região, o artista Giovani Caramello – apresentará acervo inédito e abrangente da realidade e sua representação em diversos segmentos da arte contemporânea nas últimas cinco décadas.

Ao todo, o visitante poderá apreciar cerca de 90 obras, entre pinturas, esculturas, vídeos e instalações interativas, de 30 artistas internacionais e brasileiros, que ocuparão todos os espaços expositivos do local. Será uma linha do tempo contando como o fenômeno da representação da realidade foi tratado a partir do fotorrealismo, no fim da década de 1960, e foi aprimorado por meio do hiper-realismo e como se expandiu com a realidade virtual.

Segundo a curadora, a imagem e realidade, assim como a verdade e realidade, parecem ser, à primeira vista, idênticas. “Justamente por essa aproximação, surge um certo estranhamento e desconforto no momento em que nos perguntamos o que é a realidade e qual sua importância na representação artística”, acrescenta.
Para responder essa pergunta basta apreciar as obras selecionadas, entre elas a do andreense Giovani Caramello.

Ele é um dos representantes do hiper-realismo e terá três peças no espaço: a Sozinho, a primeira que confeccionou, a Diálogo, e a terceira, feita exclusivamente para a mostra, o Nikutai – Corpo de Carne, que retrata um dançarino de Butoh. “Esta dança japonesa surgiu no pós-guerra e é muito expressiva com o corpo. Como o escultor sempre busca referências em que ele possa explorar o máximo os recortes do corpo, este dançarino foi o ideal. O personagem é todo contorcido e, por isso, os músculos ficam evidentes”, explica o representante de Caramello no Brasil e galerista da Oma Galeria, Thomaz Pacheco. A obra, que começou a ser confeccionada em maio, tem 2,50 m e ficará no centro da exposição.

A mostra também conta com obras de artistas como John De Andrea, Ben Johnson, Craig Wylie, Javier Banegas, Ralph Goings, Raphaella Spence, Simon Hennessey e os brasileiros Fábio Magalhães, Hildebrando de Castro e Regina Silveira. Depois de sair do CCBB, a exposição deverá ir para Brasília e seguirá para o Rio de Janeiro.
No dia da abertura haverá um bate-papo às 19h sobre realismo na contemporaneidade aberto ao público. A entrada é gratuita, mas é necessário retirar a senha uma hora antes do início do evento.

50 anos de Realismo – Do Fotorrealismo à Realidade Virtual – Exposição. No CCBB – Rua Álvares Penteado, em São Paulo, A partir de quarta-feira até 14 de janeiro. Visitação: de quarta a segunda, das 9h às 21h. Grátis. 

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