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Geninho busca atuar como braço da região

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Tossato

30/10/2018 | 06:42


Eleito deputado federal no dia 7, Geninho Zuliani (DEM), ex-prefeito de Olímpia, no Interior, declarou que vai atuar pelo Grande ABC em Brasília.

“Eu me coloco como um braço da região também. Vou ouvir os amigos aqui das sete cidades para entender os problemas dos municípios para poder atuar”, argumentou o deputado federal eleito, em visita ao Diário. Ele comentou que defenderá a pauta da Habitação no Congresso.

Apesar de seu reduto eleitoral ficar a quase 500 quilômetros do Grande ABC, o democrata registrou votações consideráveis em Santo André (3.853 votos) e em Mauá (1.067 sufrágios). No total, convenceu 89.378 eleitores.

Segundo o próprio deputado eleito, parte de seu triunfo em Santo André se deve à atuação do secretário de Habitação andreense, Fernando Marangoni (DEM). “Marangoni trabalhou bastante para conseguir esses votos. Depois desta eleição, tenho certeza que ele está apto para o que quiser em 2020.”

Marangoni chegou a cogitar lançar candidatura a deputado neste ano , mas o projeto não se concretizou após conversa com o prefeito Paulo Serra (PSDB). “O Marangoni tem dois anos para decidir o que quer fazer. E seja qual for sua decisão, eu irei apoiá-lo, assim como o DEM”, pontuou Geninho, citando, entre as probabilidades, concorrer ao Paço como vice de Paulo Serra.

Primeira vez com cadeira na Câmara Federal, o democrata apontou que o Brasil passou por eleição atípica e que a vitória de Jair Bolsonaro (PSL)na corrida presidencial – com pouco tempo de TV e sem partidos de expressão – é retrato dessa mudança. “As redes sociais dominaram as integrações com os eleitores. Enquanto alguns políticos buscaram as formas tradicionais de campanha, Bolsonaro utilizou o Facebook e fez transmissões ao vivo para falar diretamente com seu eleitor”, declarou o deputado eleito, lembrando que o primeiro discurso de Bolsonaro como presidente eleito foi pela internet.

Sobre a possibilidade de o DEM apoiar Bolsonaro no Congresso, ainda mais pela sinalização de que o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RJ) será ministro da Casa Civil, Geninho crê no diálogo pela parceria. “Onyx seria uma cota pessoal do Bolsonaro por serem próximos, mas acredito que isso carregaria parte do DEM para o governo também”, ponderou político, que também especulou a possibilidade de recondução de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal, algo que reforçaria do elo do DEM com Bolsonaro.

O parlamentar federal eleito avaliou também o cenário estadual, ainda mais porque seu padrinho político, Rodrigo Garcia (DEM), se elegeu vice-governador. Geninho aposta em papel destacado de Rodrigo no futuro governo do tucano e também analisa que o aliado terá função primordial na construção de base sólida de Doria na Assembleia Legislativa e no diálogo com prefeitos do Interior. Para o democrata, o discurso de Doria, se colocando como antiPT, foi determinante para seu triunfo no domingo. 



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Geninho busca atuar como braço da região

Daniel Tossato

30/10/2018 | 06:42


Eleito deputado federal no dia 7, Geninho Zuliani (DEM), ex-prefeito de Olímpia, no Interior, declarou que vai atuar pelo Grande ABC em Brasília.

“Eu me coloco como um braço da região também. Vou ouvir os amigos aqui das sete cidades para entender os problemas dos municípios para poder atuar”, argumentou o deputado federal eleito, em visita ao Diário. Ele comentou que defenderá a pauta da Habitação no Congresso.

Apesar de seu reduto eleitoral ficar a quase 500 quilômetros do Grande ABC, o democrata registrou votações consideráveis em Santo André (3.853 votos) e em Mauá (1.067 sufrágios). No total, convenceu 89.378 eleitores.

Segundo o próprio deputado eleito, parte de seu triunfo em Santo André se deve à atuação do secretário de Habitação andreense, Fernando Marangoni (DEM). “Marangoni trabalhou bastante para conseguir esses votos. Depois desta eleição, tenho certeza que ele está apto para o que quiser em 2020.”

Marangoni chegou a cogitar lançar candidatura a deputado neste ano , mas o projeto não se concretizou após conversa com o prefeito Paulo Serra (PSDB). “O Marangoni tem dois anos para decidir o que quer fazer. E seja qual for sua decisão, eu irei apoiá-lo, assim como o DEM”, pontuou Geninho, citando, entre as probabilidades, concorrer ao Paço como vice de Paulo Serra.

Primeira vez com cadeira na Câmara Federal, o democrata apontou que o Brasil passou por eleição atípica e que a vitória de Jair Bolsonaro (PSL)na corrida presidencial – com pouco tempo de TV e sem partidos de expressão – é retrato dessa mudança. “As redes sociais dominaram as integrações com os eleitores. Enquanto alguns políticos buscaram as formas tradicionais de campanha, Bolsonaro utilizou o Facebook e fez transmissões ao vivo para falar diretamente com seu eleitor”, declarou o deputado eleito, lembrando que o primeiro discurso de Bolsonaro como presidente eleito foi pela internet.

Sobre a possibilidade de o DEM apoiar Bolsonaro no Congresso, ainda mais pela sinalização de que o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RJ) será ministro da Casa Civil, Geninho crê no diálogo pela parceria. “Onyx seria uma cota pessoal do Bolsonaro por serem próximos, mas acredito que isso carregaria parte do DEM para o governo também”, ponderou político, que também especulou a possibilidade de recondução de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal, algo que reforçaria do elo do DEM com Bolsonaro.

O parlamentar federal eleito avaliou também o cenário estadual, ainda mais porque seu padrinho político, Rodrigo Garcia (DEM), se elegeu vice-governador. Geninho aposta em papel destacado de Rodrigo no futuro governo do tucano e também analisa que o aliado terá função primordial na construção de base sólida de Doria na Assembleia Legislativa e no diálogo com prefeitos do Interior. Para o democrata, o discurso de Doria, se colocando como antiPT, foi determinante para seu triunfo no domingo. 

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