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Região tem setembro mais violento no trânsito desde 2015

EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Foram 22 vítimas fatais em acidentes registrados no sistema viário das sete cidades no mês passado


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

20/10/2018 | 07:00


 O número de mortes no trânsito do Grande ABC bateu recorde histórico em setembro. No período, foram registrados 22 óbitos no sistema viário das sete cidades, o maior índice para o mês desde 2015, quando o governo do Estado iniciou a medição do volume de ocorrências (veja arte ao lado).

Mesmo com série de campanhas educativas voltadas à conscientização de motoristas durante o chamado Setembro Amarelo – dedicado à segurança viária – dados do Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo) mostram que, no mês passado, a região teve 10% mais óbitos em comparação com o mesmo período de 2017, quando foram contabilizadas 20 ocorrências. Já em relação a 2015, a alta foi de 30% – foram 17 vítimas fatais em setembro daquele ano.

São Bernardo lidera o número de casos observados no mês passado, com sete óbitos. Na sequência aparece Ribeirão Pires, com quatro. O levantamento aponta ainda que pedestres e motoristas continuam sendo as principais vítimas do trânsito, cada um com nove registros cada.

Das 22 vítimas fatais observadas em setembro passado, 14 morreram no local do acidente, antes mesmo do resgate. O número é visto com preocupação por especialistas. “Isso comprova o quanto é fatal um acidente de trânsito, seja para pedestres ou para motoristas”, pondera o chefe do departamento de medicina de tráfego da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Júnior.

Chama atenção dos estudiosos ainda o alto volume de atropelamentos. Foram nove no mês passado, seguidos por seis choques entre veículos e quatro colisões. “É uma questão de quem é o mais fraco no trânsito. Por isso fala-se tanto na necessidade de campanhas educativas integradas”, afirma Luiz Vicente Figueira de Mello, especialista em Mobilidade Urbana da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

Atualmente, quatro municípios da região (Santo André, São Bernardo, Mauá e Ribeirão Pires) possuem convênio com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito para custeio de ações voltadas a ações educativas no sistema viário.

 

ESTADO

Conforme dados do Infosiga, em setembro, o número de vítimas fatais em acidentes de trânsito reduziu em 3% no Estado – passou de 489 para 473.

 



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Região tem setembro mais violento no trânsito desde 2015

Foram 22 vítimas fatais em acidentes registrados no sistema viário das sete cidades no mês passado

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

20/10/2018 | 07:00


 O número de mortes no trânsito do Grande ABC bateu recorde histórico em setembro. No período, foram registrados 22 óbitos no sistema viário das sete cidades, o maior índice para o mês desde 2015, quando o governo do Estado iniciou a medição do volume de ocorrências (veja arte ao lado).

Mesmo com série de campanhas educativas voltadas à conscientização de motoristas durante o chamado Setembro Amarelo – dedicado à segurança viária – dados do Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo) mostram que, no mês passado, a região teve 10% mais óbitos em comparação com o mesmo período de 2017, quando foram contabilizadas 20 ocorrências. Já em relação a 2015, a alta foi de 30% – foram 17 vítimas fatais em setembro daquele ano.

São Bernardo lidera o número de casos observados no mês passado, com sete óbitos. Na sequência aparece Ribeirão Pires, com quatro. O levantamento aponta ainda que pedestres e motoristas continuam sendo as principais vítimas do trânsito, cada um com nove registros cada.

Das 22 vítimas fatais observadas em setembro passado, 14 morreram no local do acidente, antes mesmo do resgate. O número é visto com preocupação por especialistas. “Isso comprova o quanto é fatal um acidente de trânsito, seja para pedestres ou para motoristas”, pondera o chefe do departamento de medicina de tráfego da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Júnior.

Chama atenção dos estudiosos ainda o alto volume de atropelamentos. Foram nove no mês passado, seguidos por seis choques entre veículos e quatro colisões. “É uma questão de quem é o mais fraco no trânsito. Por isso fala-se tanto na necessidade de campanhas educativas integradas”, afirma Luiz Vicente Figueira de Mello, especialista em Mobilidade Urbana da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

Atualmente, quatro municípios da região (Santo André, São Bernardo, Mauá e Ribeirão Pires) possuem convênio com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito para custeio de ações voltadas a ações educativas no sistema viário.

 

ESTADO

Conforme dados do Infosiga, em setembro, o número de vítimas fatais em acidentes de trânsito reduziu em 3% no Estado – passou de 489 para 473.

 

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