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UPA São João será reaberta ao público apenas em dezembro

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura afirma que unidade, localizada no Jardim Maringá, está 96% pronta, mas ainda ficará dois meses fechada; reforma começou em abril


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

20/10/2018 | 07:00


 A reforma da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) São João, no Jardim Maringá, em Mauá, tem 96% das obras concluídas, no entanto, a população ainda terá de aguardar dois meses para voltar a usar o equipamento. A unidade, mais conhecida como UPA Barão de Mauá, foi fechada em novembro do ano passado para receber melhorias na infraestrutura e implementação de PAI (Pronto Atendimento Infantil) e base descentralizada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). A promessa era a de que os trabalhos fossem concluídos neste mês, o que não se consolidou. A expectativa da administração, agora, é a de que o equipamento seja reaberto apenas em dezembro.

A Prefeitura informou que a UPA São João recebeu melhorias, como ampliação da sala de espera, nova ala para espera especializada infantil, ampliação e adequação da farmácia, infraestrutura para base descentralizada do Samu, entre outras adequações. Antes de fechar para as intervenções, a capacidade de atendimento era de 12 mil pessoas ao mês. Após a reinauguração, estima-se que os números saltem para 15 mil mensalmente.

A equipe do Diário esteve no local durante a semana e observou que não existe qualquer movimentação de operários. Por fora, é possível ver que o equipamento foi pintado e que os vidros aparentam ser novos, apesar de estarem empoeirados. Placa bloqueia a entrada da UPA e informa aos munícipes outros equipamentos para atendimento.

Os moradores do entorno afirmam que não existe movimentação na unidade há pelo menos um mês. “O máximo que a gente vê é a luz acesa à noite”, relatou a auxiliar de produção Paloma Conceição Santos, 23 anos, que mora em frente ao equipamento. “O ritmo (da obra) é muito lento e a população aqui precisa da UPA”, relatou.

A diarista Gloria Maria Lobato, 57, já precisou de atendimento de emergência e precisou ir até a UPA do Jardim Zaíra (longe cerca de cinco quilômetros). “É muito ruim, porque não tenho carro. De ônibus levo mais de uma hora no trajeto”, reclamou. Gloria destacou ainda que enquanto a UPA São João permanece fechada, os demais equipamentos da cidade são afetados. “Isso acaba lotando as outras unidades”, completou.

O policial Fábio Cristiano Gonçalves, 46, não costuma usar o equipamento, porque conta com convênio médico, mas também reclamou do fechamento da unidade e demora das obras. “A impressão que tenho é a de que não tem ninguém fazendo nada. As pessoas que moram por aqui precisam deste serviço”, opinou.

Na placa com informações sobre a obra, a previsão de conclusão dos trabalhos é de seis meses, porém, contrariando a Lei Federal 5.194/66, não existe a indicação da data de início das intervenções. A melhoria foi orçada em R$ 496 mil, conforme indicado na placa, mas ao longo do processo seu valor foi reajustado para R$ 584,4 mil. No Portal da Transparência, consta que ainda faltam ser pagos para a empresa responsável, a Esteto Engenharia e Comércio Ltda, R$ 320,4 mil.

 



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UPA São João será reaberta ao público apenas em dezembro

Prefeitura afirma que unidade, localizada no Jardim Maringá, está 96% pronta, mas ainda ficará dois meses fechada; reforma começou em abril

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

20/10/2018 | 07:00


 A reforma da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) São João, no Jardim Maringá, em Mauá, tem 96% das obras concluídas, no entanto, a população ainda terá de aguardar dois meses para voltar a usar o equipamento. A unidade, mais conhecida como UPA Barão de Mauá, foi fechada em novembro do ano passado para receber melhorias na infraestrutura e implementação de PAI (Pronto Atendimento Infantil) e base descentralizada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). A promessa era a de que os trabalhos fossem concluídos neste mês, o que não se consolidou. A expectativa da administração, agora, é a de que o equipamento seja reaberto apenas em dezembro.

A Prefeitura informou que a UPA São João recebeu melhorias, como ampliação da sala de espera, nova ala para espera especializada infantil, ampliação e adequação da farmácia, infraestrutura para base descentralizada do Samu, entre outras adequações. Antes de fechar para as intervenções, a capacidade de atendimento era de 12 mil pessoas ao mês. Após a reinauguração, estima-se que os números saltem para 15 mil mensalmente.

A equipe do Diário esteve no local durante a semana e observou que não existe qualquer movimentação de operários. Por fora, é possível ver que o equipamento foi pintado e que os vidros aparentam ser novos, apesar de estarem empoeirados. Placa bloqueia a entrada da UPA e informa aos munícipes outros equipamentos para atendimento.

Os moradores do entorno afirmam que não existe movimentação na unidade há pelo menos um mês. “O máximo que a gente vê é a luz acesa à noite”, relatou a auxiliar de produção Paloma Conceição Santos, 23 anos, que mora em frente ao equipamento. “O ritmo (da obra) é muito lento e a população aqui precisa da UPA”, relatou.

A diarista Gloria Maria Lobato, 57, já precisou de atendimento de emergência e precisou ir até a UPA do Jardim Zaíra (longe cerca de cinco quilômetros). “É muito ruim, porque não tenho carro. De ônibus levo mais de uma hora no trajeto”, reclamou. Gloria destacou ainda que enquanto a UPA São João permanece fechada, os demais equipamentos da cidade são afetados. “Isso acaba lotando as outras unidades”, completou.

O policial Fábio Cristiano Gonçalves, 46, não costuma usar o equipamento, porque conta com convênio médico, mas também reclamou do fechamento da unidade e demora das obras. “A impressão que tenho é a de que não tem ninguém fazendo nada. As pessoas que moram por aqui precisam deste serviço”, opinou.

Na placa com informações sobre a obra, a previsão de conclusão dos trabalhos é de seis meses, porém, contrariando a Lei Federal 5.194/66, não existe a indicação da data de início das intervenções. A melhoria foi orçada em R$ 496 mil, conforme indicado na placa, mas ao longo do processo seu valor foi reajustado para R$ 584,4 mil. No Portal da Transparência, consta que ainda faltam ser pagos para a empresa responsável, a Esteto Engenharia e Comércio Ltda, R$ 320,4 mil.

 

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