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Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro, diz Alckmin

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente do PSDB afirmou que posição é coerente com que ele defendeu ao longo de sua campanha



09/10/2018 | 19:05


Após bate-boca entre o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, e o candidato do partido ao governo de São Paulo, João Doria, os tucanos decidiram liberar os correligionários e não vão apoiar nenhum candidato no segundo turno da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou Alckmin após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha.

Alckmin destacou que a posição é coerente com o que ele defendeu ao longo de sua campanha à Presidência da República. "Já vínhamos pontuando que extremos não são a solução", defendeu.

Em reunião acalorada, Alckmin chamou Doria de "temerista". O candidato tucano ao governo de São Paulo cobrava do partido mais ajuda financeira às campanhas dos candidatos a governos estaduais que passaram para o segundo turno. Alckmin interrompe Doria e diz: "Traidor, eu não sou".

Questionado sobre a discussão, Alckmin desconversou. "Divergências são naturais e não ocorrem pela imprensa. Não faço política pela imprensa", afirmou.

Doria, por sua vez, disse que Alckmin está com o "emocional abalado" por causa do "resultado inesperado" da eleição, onde saiu derrotado e recebeu menos de 5% dos votos. "Se Geraldo teve algum dissabor pessoal, da minha parte tem o meu perdão. Não foi nada que possa abalar as nossas relações pessoais", declarou Doria à imprensa depois de deixar a reunião. Ele saiu antes do encontro terminar.

Questionado sobre o seu resultado na disputa presidencial, Alckmin disse que foi uma campanha "atípica" e que "todos os partidos estão enfraquecidos". Mencionou ainda o fato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estar preso e de Bolsonaro ter sofrido um atentado durante a campanha.



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Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro, diz Alckmin

Presidente do PSDB afirmou que posição é coerente com que ele defendeu ao longo de sua campanha


09/10/2018 | 19:05


Após bate-boca entre o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, e o candidato do partido ao governo de São Paulo, João Doria, os tucanos decidiram liberar os correligionários e não vão apoiar nenhum candidato no segundo turno da disputa presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

"Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro. O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes", anunciou Alckmin após reunião da executiva nacional que ocorreu na sede do partido, em Brasília. Ele pontuou que a liberação do partido significa neutralidade na campanha.

Alckmin destacou que a posição é coerente com o que ele defendeu ao longo de sua campanha à Presidência da República. "Já vínhamos pontuando que extremos não são a solução", defendeu.

Em reunião acalorada, Alckmin chamou Doria de "temerista". O candidato tucano ao governo de São Paulo cobrava do partido mais ajuda financeira às campanhas dos candidatos a governos estaduais que passaram para o segundo turno. Alckmin interrompe Doria e diz: "Traidor, eu não sou".

Questionado sobre a discussão, Alckmin desconversou. "Divergências são naturais e não ocorrem pela imprensa. Não faço política pela imprensa", afirmou.

Doria, por sua vez, disse que Alckmin está com o "emocional abalado" por causa do "resultado inesperado" da eleição, onde saiu derrotado e recebeu menos de 5% dos votos. "Se Geraldo teve algum dissabor pessoal, da minha parte tem o meu perdão. Não foi nada que possa abalar as nossas relações pessoais", declarou Doria à imprensa depois de deixar a reunião. Ele saiu antes do encontro terminar.

Questionado sobre o seu resultado na disputa presidencial, Alckmin disse que foi uma campanha "atípica" e que "todos os partidos estão enfraquecidos". Mencionou ainda o fato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estar preso e de Bolsonaro ter sofrido um atentado durante a campanha.

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