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Uso político de 'soluções mágicas'

Diante da indicação clara e recente das missões da Polícia...


Dgabc

30/05/2012 | 00:00


Artigo

Diante da indicação clara e recente das missões da Polícia Militar em São Paulo pelo seu comandante geral, como: proteger pessoas, fazer cumprir leis, combater a criminalidade e preservar a ordem pública, faz-se importante no momento que antecede à eleição esclarecer à comunidade quanto à responsabilidade de todos no tema Segurança pública.

Ocorre que alguns candidatos aproveitam a falta de conhecimento de boa parcela da população sobre os mecanismos que garantem a Segurança pública de todos, muitas vezes focando a imagem de simples expansão de determinada unidade policial como a Rota, por exemplo, esta de inegável importância, como é sabido.

Cabe o esclarecimento à comunidade em geral de que o sucesso alcançado por essa unidade decorre não somente do seu treinamento e de seu profissionalismo, mas também de circunstâncias que, no cenário policial, a tornam única. A Rota é estrategicamente empregada no combate aos crimes de maior potencial ofensivo, com área geográfica livre para atuação e munida de informações fornecidas pela própria população, o que lhe assegura pleno êxito em suas intervenções policiais; no entanto, continua vinculada às prioridades institucionais como qualquer das outras unidades policiais, voltadas precipuamente à proteção da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana. Não está afastada dos propósitos mais elevados da instituição, e não poderia ser diferente.

O conceito, o estudo e a conscientização sobre a complexidade do sistema de segurança pública - que envolve, em sentido estrito, não apenas órgãos policiais, mas também o Ministério Público, o Poder Judiciário e o sistema prisional - amadureceram nas últimas décadas e a população, apesar de ainda não ter o grau de esclarecimento ideal, não se deixa mais seduzir por soluções imediatistas e até falaciosas com objetivo puramente eleitoreiro.

A redução do problema pela indicação de ‘soluções mágicas' em nada contribui para o necessário e bem-vindo debate, com envolvimento das forças vivas e representativas da sociedade em geral, para atingirmos o nível de Segurança por todos almejado, pois, definitivamente, Segurança pública não deve ser tratada apenas como assunto de polícia.

Adilson Luís Franco Nassaro é major PM do 32º BPM/I, região de Assis. Marcello Streinfinger é major PM do CPChq.

PALAVRA DO LEITOR

Golpe nos bancos

Falsos funcionários com o uniforme completo (colete, crachá), nas cores do banco, ficam na tocaia e levam suas vítimas para um canto na agência, pedem informações para que sejam realizados mais rapidamente os depósitos ou pagamentos de contas, e levam o dinheiro e cheques dos desavisados, principalmente os idosos. Cuidado! Não saiam das filas e acompanhem o tempo todo, sendo funcionário ou não! Os furtos e roubos acontecem dentro das agências e ninguém faz nada. Não aceitem ajuda de estranhos e funcionários suspeitos. Verifiquem e depositem nos caixas. Além de que, os bancos não respeitam a lei que manda atender em 20 a 30 minutos, no máximo! Isso não acontece, são poucos caixas e quase não se veem gerentes! E nós, os correntistas, que esperemos.

Eduardo Zago, Mauá

Veta, Dilma!

Os adeptos do movimento Veta, Dilma! se dividem em dois segmentos distintos: os ecoidiotas e os ecopicaretas. O primeiro não consegue distinguir um pepino de um jiló e não percebe que o novo código foi discutido nos últimos dez anos por quem entende de agricultura, sendo aprovado pela maioria esmagadora de nossos parlamentares que, dessa forma, está protegendo uma das maiores fontes geradoras de riqueza deste País, o agronegócio. O segundo, financiado com capital estrangeiro, usa o primeiro como massa de manobra com o objetivo de desestabilizar nossa produção agrícola sob o pretexto de preservação ambiental. É simples assim, se você quiser comer milho norte-americano, beber café colombiano, comer batata mexicana e pagar muito mais caro por isso, apoie o movimento.

Vanderlei A. Retondo, Santo André

Montadora

Lendo neste Diário que a nossa presidente Dilma mostrou que deseja baixar os lucros das montadoras de veículos no País e, como se sabe, aqui no Brasil não temos nenhuma nacional, sugiro que seja incentivada a construção de montadora 100% brasileira, pois temos verba, tecnologia, mão de obra, energia elétrica, matéria-prima etc! Tanto assim que montamos não só veículos como também aviões. Se tivermos montadora nacional, no mínimo teremos duas grandes vantagens: os lucros produzidos nessa empresa não mais irão para o Exterior, e poderíamos ter preços competitivos, o que obrigaria as outras montadoras a adequarem seus preços. Será que já não está na hora de usarmos também um pouco de nosso próprio quintal para nossa escalada para o primeiro mundo?

Ivanir de Lima, São Bernardo

Resposta

Em resposta à carta do leitor Demesio da Silva (Parques, dia 27), a Prefeitura de São Caetano informa que a manutenção tanto do Parque Chico Mendes como dos demais parques da cidade é feita diariamente. A passarela a que o munícipe se refere já encontra-se em processo de contratação de empresa especializada para reestruturação. A pista também será reformada.

Prefeitura de São Caetano

O fim - 1

Depoimento constrangedor o do senador Demóstenes Torres! Quanto mais se explica, menos convence. O seu ‘personagem' está totalmente desacreditado. Melhor ele escrever the end no seu .

Mara Montezuma Assaf, Capital

O fim - 2

O senador Demóstenes Torres comprovou durante seu depoimento ser um verdadeiro santo do pau oco, que não quer ficar sozinho, esquecido no fundo do poço depois de todo o blá-blá-blá. Deixou transparecer que os políticos e empresários comem no mesmo prato.

Leônidas Marques, Volta Redonda (RJ) 



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Comentários

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