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Lúcia França fala em exército feminino para entrar nas eleições

Ato teve a participação da coronel Eliane, candidata a vice na chapa do atual governador


Daniel Tossato
Diário do Grande ABC

16/09/2018 | 07:00


A primeira-dama do Estado, Lúcia França, mulher do atual governador e candidato à reeleição, Márcio França (PSB), e a postulante a vice na chapa, coronel Eliane Nikoluk (PR), participaram de evento voltado às mulheres em Diadema, na manhã de ontem, convocando o público, majoritariamente feminino, para montar exército na política.

“É preciso que as mulheres montem um exército para participar do pleito eleitoral. Só assim conseguiremos balancear o número de mulheres nas eleições”, sustentou Lúcia, em discurso a uma plateia que contou com cerca de 100 integrantes do público feminino. Estava prevista a presença da medalhista olímpica e pleiteante ao Senado na chapa, Maurren Maggi (PSB), mas a ausência foi justificada por questão de incompatibilidade de agenda.

Durante o ato, o grupo citou item do plano de governo que mulheres, vítimas de violência doméstica, ou em outra situação de risco, poderão acionar a PM (Polícia Militar) de forma mais rápida. Denominado Botão do Pânico, o aplicativo deverá ser baixado no celular. A viatura que estiver mais perto é avisada automaticamente.

A primeira-dama pontuou que em conversa com Márcio França ficou acertado abrir mais espaço na campanha para a ala feminina. A partir da decisão, o socialista convidou Eliane Nikoluk para compor a chapa majoritária e convenceu ainda Maurren a entrar na disputa. “Queremos que o partido tenha 50% das vagas reservadas para as mulheres e a outra metade reservada para os homens. Só assim podemos equilibrar esta situação”, disse Lúcia França. “Tem partido que chama mulheres apenas como laranjas, só para fazer número”, citou, sem direcionar a crítica.

“Quando recebi convite para ser candidata a vice do Márcio, não pensei duas vezes. Aceitei porque sei que é um homem que prestigia as mulheres”, argumentou Nikoluk. “Dediquei mais de 30 anos de minha vida à PM, então vou até o final. Estou aqui para representar a ala feminina”, frisou a coronel.

No desfecho da atividade, Lúcia França relembrou histórico da mulher no processo eleitoral do País, mencionando que o público feminino “sempre teve pouca autonomia” no meio político. “Nós, mulheres, votamos há pouco tempo. Somente há cerca de 100 anos. Quero ver as mulheres tomando conta das assembleias, Câmaras e no Congresso”, disse a primeira-dama. 



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