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Luiz Paulo crê em rejeição de Lauro e Márcio para competir com a máquina


Júnior Carvalho

14/09/2018 | 07:00


Único candidato de oposição ao governo do prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), com mandato, o vereador Luiz Paulo (PR), pleiteante a deputado estadual, aposta na rejeição do governo para driblar desigualdades financeiras na briga por votos com o vice-prefeito Márcio da Farmácia (Podemos), que também concorre à vaga na Assembleia Legislativa.

O parlamentar crê que o número dois do Paço perderá votos quando o eleitor tomar conhecimento de que “Márcio é Lauro e Lauro é Márcio”. “A rejeição que o prefeito tem, eu não vou falar em números porque não tenho como provar, mas é muito grande, como a do Márcio também é. (Márcio) Ainda se aliou a Regina (Gonçalves, candidata a federal), cuja rejeição é maior ainda. Onde há rejeição do governo é onde entram os votos para mim.”

Líder de associação que, em parceria com o governo do Estado, distribui leite gratuitamente à população de baixa renda, Luiz Paulo afastou a pecha de assistencialista. “Eu me honro muito com isso. Porque há 28 anos eu faço isso”, alegou, ao emendar que não gosta muito de prometer “porque político que promete muito não cumpre”.

O parlamentar lamentou o fato de a cidade não eleger nomes próprios ao Parlamento paulista e ao Congresso Nacional e criticou o fato de os que foram eleitos renunciarem aos mandatos para ocupar outros. “Faz anos que não temos um deputado da cidade. Não foi eleito nenhum federal nem estadual (no pleito de 2014), sendo que alguns foram eleitos e deixaram (o mandato) no meio do caminho, o que eu acho erradíssimo isso. Tem que deixar (terminar) aquilo que o povo escolheu (para) você”.

Dois ex-prefeitos da cidade pelo PT, Mário Reali (2009-2012) e José de Filippi Júnior (1993-1996, 2001-2004 e 2005-2008) renunciaram aos mandatos. O primeiro, para assumir o Paço. Já o segundo, que busca novo mandato de deputado federal, renunciou à função de deputado estadual em 2001, quando se elegeu prefeito, e deixou o mandato de deputado federal, em 2013, para ser secretário de Saúde da Capital. 



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