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Creche é invadida por assaltantes em Sto.André

Unidade no Cata Preta teve equipamentos e até comida roubados


Natália Fernandjes

10/04/2012 | 07:00


O dia foi de insegurança e revolta ontem para pais de alunos da Creche Hideki Koyama, no bairro Cata Preta, em Santo André. A unidade de ensino, que atende 315 crianças com idade entre 3 meses e 5 anos, foi invadida durante a madrugada. Foram levados equipamentos eletrônicos e alimentos, além de revirados armários de professores e móveis.

A principal preocupação dos pais era com a alimentação dos pequenos, já que a despensa da escola teria sido revirada e alimentos estragados e furtados. A pedido das próprias funcionárias, muitos preferiram levar os filhos de volta para casa. Pela manhã, a dona de casa Julia dos Santos não deixou a filha de 1 ano na unidade com medo de outras invasões e de não ter alimento para todos. À tarde, depois de normalizada a situação, levou o filho de 4 anos à unidade.

Os pais que precisavam trabalhar não tiveram outra opção. Caso da vendedora Kátia Franco, 31, que levou o filho de 5 anos. "Avisei a coordenação que, se não fosse resolvido o problema da comida, viria buscá-lo", diz.

A Prefeitura de Santo André diz que as crianças e funcionários receberam refeições fornecidas pela cozinha central do município e pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André).

Esta não é a primeira vez que funcionários são surpreendidos com o espaço todo bagunçado pela manhã, segundo os pais. "É a segunda ou terceira vez que a creche é roubada durante a madrugada", comenta a vendedora Rafaela Souza Gomes, 20.

A administração municipal não confirmou os assaltos anteriores. Depois da ação de ontem, contabilizou prejuízo de cerca de R$ 2.200, com furto de aparelhos de som, data show e DVD, e informou que disponibilizará a verba para reposição com urgência, observadas as disponibilidades orçamentárias.

A solicitação dos pais é para que a Prefeitura reforce o monitoramento, seja com câmeras, ou guardas-civis. "Pedimos um guarda noturno, mas os funcionários disseram que as mães precisam fazer abaixo-assinado", comentou a dona de casa Cristina de Souza, 23.

A Prefeitura diz ter solicitado à GCM que intensifique a ronda escolar.



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