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China adia licenças para empresas dos EUA por disputa comercial, diz entidade



12/09/2018 | 08:06


A China tem adiado a liberação de licenças para companhias dos Estados Unidos de serviços financeiros e outros setores, em meio à piora na disputa bilateral no comércio, afirma uma entidade. O Conselho de Negócios EUA-China representa cerca de 200 empresas americanas que fazem negócios com a China e diz que Pequim tem feito isso para pressionar por um acordo com Washington.

A declaração da entidade é a primeira confirmação pública dos temores de empresas dos EUA de que suas operações na China ou o acesso aos mercados locais possam ser atrapalhados pela disputa comercial. A China está sem munição para acompanhar as altas de tarifas do governo do presidente Donald Trump, o que faz reguladores temerem que ela possa se voltar para operações de empresas americanas.

Vice-presidente para operações da China do Conselho, Jacob Parker disse que, em reuniões nas últimas três semanas com autoridades chinesas, foi informado que os pedidos de empresas estavam parados, à espera de mais clareza e da melhora na relação bilateral. Parker comentou que as autoridades da China querem um acordo para encerrar a crise, mas não quis identificar seus contatos em Pequim. Na segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que haverá retaliações, caso a nova alta nas tarifas seja confirmada. Fonte: Associated Press.



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China adia licenças para empresas dos EUA por disputa comercial, diz entidade


12/09/2018 | 08:06


A China tem adiado a liberação de licenças para companhias dos Estados Unidos de serviços financeiros e outros setores, em meio à piora na disputa bilateral no comércio, afirma uma entidade. O Conselho de Negócios EUA-China representa cerca de 200 empresas americanas que fazem negócios com a China e diz que Pequim tem feito isso para pressionar por um acordo com Washington.

A declaração da entidade é a primeira confirmação pública dos temores de empresas dos EUA de que suas operações na China ou o acesso aos mercados locais possam ser atrapalhados pela disputa comercial. A China está sem munição para acompanhar as altas de tarifas do governo do presidente Donald Trump, o que faz reguladores temerem que ela possa se voltar para operações de empresas americanas.

Vice-presidente para operações da China do Conselho, Jacob Parker disse que, em reuniões nas últimas três semanas com autoridades chinesas, foi informado que os pedidos de empresas estavam parados, à espera de mais clareza e da melhora na relação bilateral. Parker comentou que as autoridades da China querem um acordo para encerrar a crise, mas não quis identificar seus contatos em Pequim. Na segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que haverá retaliações, caso a nova alta nas tarifas seja confirmada. Fonte: Associated Press.

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