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Embalado, Djokovic tenta 14º Grand Slam e Del Potro quer repetir 2009

Reprodução/Instagram  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


09/09/2018 | 07:25


Ganhando embalo na temporada, Novak Djokovic quer mostrar que está definitivamente de volta. Após passar dois anos entre problemas físicos e oscilações no circuito, o sérvio retomou a boa forma técnica, exibida na conquista de Wimbledon, em julho, e quer manter o alto nível também na final do US Open, neste domingo, a partir das 17 horas (de Brasília), em Nova York. Para tanto, terá que derrubar o argentino Juan Martín del Potro, que quer o troféu para confirmar o melhor momento da carreira.

Djokovic chega para esta decisão no embalo também do Masters 1000 de Cincinnati, conquistado às vésperas do US Open. Se for bem-sucedido, voltará a vencer dois torneios de Grand Slam em sequência, o que não acontecia desde o primeiro semestre de 2016.

Foi depois de vencer o Aberto da Austrália e Roland Garros, há dois anos, que o sérvio caiu de produção e passou a fazer testes em sua equipe. Demitiu o técnico Marian Vadja, com quem trabalhava há 12 anos, e começou a atuar com o treinador e "guru" espanhol Pepe Imaz. Teve breves parcerias com o americano Andre Agassi, o checo Radek Stepanek e o croata Mario Ancic. Além disso, operou o cotovelo direito para tratar uma lesão crônica, em fevereiro.

Os altos e baixos só começaram a ser superados na temporada de grama, onde foi vice em Queen''s e campeão em Wimbledon. Não por acaso, a volta dos bons resultados coincidiram com a retomada da parceria com Marian Vadja, com quem obteve suas maiores conquistas no circuito.

Em Nova York, as oscilações foram menores dos que nos últimos meses. Na semifinal, Djokovic mostrou força ao atropelar o japonês Kei Nishikori em sets diretos. Era o que o sérvio queria para manter a confiança em alta na busca pelo seu 14º troféu de Grand Slam. Se vencer em sua oitava final do US Open, ele empatará em número de títulos com o norte-americano Pete Sampras e ficará atrás somente do suíço Roger Federer (20) e do espanhol Rafael Nadal (17). De quebra, voltará a vislumbrar a briga pela liderança do ranking.

Para tanto, o atual número seis do mundo terá que bater o terceiro do ranking. O retrospecto é favorável ao sérvio, que venceu 14 dos 18 jogos que fez com Del Potro. "Nunca nos enfrentamos numa final de Grand Slam. Eu tenho um respeito muito grande por ele como pessoa e como jogador. Tenho certeza de que será uma partida emocionante", prevê Djokovic.

Com seu melhor ranking da carreira, Del Potro sonha com o segundo título de Grand Slam para confirmar o auge de sua trajetória. Foi justamente em Nova York que ele levantou o seu único troféu deste nível, em 2009, em grande final contra Federer. "Minhas melhores memórias do tênis são desta quadra. Mas eu era um garoto ainda. Agora estou muito mais velho", diz o tenista de 29 anos.

Desde o importante título, Del Potro sofreu com lesões crônicas nos dois punhos. Foram quatro cirurgias, sendo três delas no lado esquerdo. Chegou a cair para a 1.045ª posição do ranking, em fevereiro de 2016. "Tenho enfrentado muitos problemas para chegar até este momento. Nem acredito que terei outra chance de jogar uma final de Grand Slam aqui."

Será apenas a segunda vez que o argentino estará numa decisão deste nível. E admite que é o azarão. "Quando eu joguei contra o Roger, há nove anos, ele era o favorito. Vou tentar ser a surpresa mais uma vez", projeta.



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