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Compass, o dono do pedaço

André Henriques Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Jeep domina o segmento dos SUVs


Nilton Valentim

07/09/2018 | 08:43


No mundo ideal, o carro serve ao seu dono durante os compromissos do dia a dia e, nos fins de semana, está pronto para proporcionar a fuga para o campo ou praia. Essa, sem dúvida, a principal razão de os SUVs se tornarem o objeto de desejo dos motoristas. O segmento é responsável por 25% das vendas no País, segundo os dados da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores). E dentre os modelos que integram esse tipo de carro, o preferido é o Jeep Compass.

O irmão mais velho do Renegade começou a ser fabricado em 2007, mas ganhou destaque com a segunda geração, a partir de 2016. Nos seis primeiros meses deste ano, foram emplacadas 28.194 unidades do Compass. No mês passado, ocorreram 5.800 emplacamentos. Bons números para um carro cujo preço inicial é de pouco mais de R$ 109 mil.

São oito versões, com opção de motorização flex (etanol e gasolina) ou a diesel e tração 4 x 2 ou 4 x 4.

A equipe de reportagem do Diário avaliou a Nigth Eagle, que é derivada da versão Longitude, e tem como diferenciais as rodas esportivas pintadas de preto, bem como os emblemas da marca, grade dianteira e os frisos todos enegrecidos.

A aparência de ‘bandidão’ agrada. Assim como o desempenho. No período de teste deu para experimentar o carro no trânsito pesado, em ruas tranquilas e estrada. E o jipão foi bem em todas elas. Nem mesmo o consumo elevado (média de 5 km/l) incomodou.

O motor 2.0 Tigershark Flex (159 cv com gasolina e 166 cv com etanol) fala alto quando precisa. No quesito entretenimento, o carro estava equipado com som Beats, de 506 watts, e teto solar panorâmico, ambos opcionais e bem divertidos.

A lamentar apenas que em um carro deste porte algumas versões tenham airbags de joelho e cortinas e laterais como opcionais.

Tracker e HR-V são os utilitários que menos desvalorizam
Os SUVs equivalem a 25,2% dos veículos novos vendidos no Brasil, de acordo com os números divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição Veículos Automotores). Seguramente estão entre os objetos de desejo de boa parte do público que vê no segmento o carro ideal para o uso urbano e também para as viagens de fim de semana.

Antes de comprar, entretanto, é importante ficar atendo à desvalorização decorrente do uso. Baseado nisso, a KBB Brasil realizou levantamento que aponta quais as marcas e modelos que menos perdem valor. Os destaques foram o Tracker e o HR-V.

O utilitário da GM, na versão LT 1.4, é o que menos desvaloriza, com 1,79% após o primeiro ano de uso. Em segundo aparece o modelo da Honda, com 4,86% de perdas.

Após o segundo ano de uso, as posições se invertem e o carro da Honda mantém a fama da montadora japonesa, sendo o SUV menos desvalorizado do mercado, com 6,6%, enquanto o representante da GM cai para segundo e apresenta índice de 9,52%.

Nos números apontados pela empresa aparecem ainda os modelos Suzuki Vitara, Hyundai Creta e Jeep Renegade. Além do Captur e Duster, ambos da Renault, Nissan Kicks, Peugeot 2008 e o Ford EcoSport. 



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