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Balsa maior entra em operação no fim do mês

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Travessia João Basso, no Riacho Grande, em São Bernardo, terá o dobro da capacidade atual


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

06/09/2018 | 07:00


 O drama de motoristas que chegam a aguardar até três horas para a travessia na Balsa João Basso, no bairro Riacho Grande, em São Bernardo, está próximo de acabar. Prometida para junho, a tão sonhada ampliação da embarcação deverá ser concluída no fim do mês. Isso é o que promete a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia), órgão responsável pela execução do serviço.

Ontem, durante visita à região do pós-balsa, a equipe do Diário presenciou a realização de reparos na rampa de acesso à embarcação, que está sendo ampliada. A entrega da nova travessia – que ocorrerá com três meses de atraso – permitirá que o equipamento passe a comportar 400 passageiros e, em média, 40 veículos de pequeno porte. Antes, este número era de 18 veículos e 240 passageiros.

Antiga reivindicação de moradores, a ampliação da travessia foi autorizada em dezembro do ano passado entre a Emae e a Prefeitura de São Bernardo. O compromisso inicial era o de que a balsa fosse entregue no dia 29 de junho, o que não ocorreu.

Segundo a Emae, o não cumprimento do prazo se deu devido ao atraso na execução dos trabalhos de ampliação da nova balsa para a travessia João Basso pela empresa contratada para execução dos serviços, a Bravo Serviços Marítimos – pelo custo de R$ 2 milhões.

Atualmente, equipes próprias da Emae estão empenhadas na obra para a conclusão da balsa, “de forma a evitar mais transtornos à população”, explica o órgão.

Por meio de nota, a Prefeitura de São Bernardo diz que tem acompanhado todo processo de ampliação e tem cobrado sistematicamente a “empresa por melhorias para o transporte de todos que necessitam da balsa para acessar o Centro e retornarem aos seus lares”.

A comunidade do pós-balsa reúne cerca de 42 mil moradores do Tatetos, Santa Cruz e Taquacetuba, que dependem basicamente da Balsa João Basso para se deslocarem até a região central da cidade e demais municípios do Grande ABC e Capital.

ESTUDO

Quando a ampliação da Balsa João Basso foi anunciada, em dezembro, a Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) também se comprometeu a iniciar, com custos próprios, estudo de viabilidades técnica, ambiental e econômica para a instalação de uma embarcação adicional, não cabeada, no Riacho Grande. A expectativa é a de que este estudo avance com a entrega da nova travessia.



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