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Dilma se defende de críticas sobre recursos para o Museu Nacional em seu governo



05/09/2018 | 00:16


A ex-presidente Dilma Rousseff, candidata ao Senado pelo PT de Minas Gerais, afirmou nesta terça-feira, 4, que no seu governo não houve redução nos recursos destinados à manutenção do Museu Nacional, que foi destruído em um incêndio no domingo, 2. "Não foram reduzidos (os recursos) no meu governo. Você não vai comparar R$ 391 milhões com R$ 50 mil", afirmou a ex-presidente, após se reunir com representantes da classe artística em Belo Horizonte.

No domingo, após o incêndio no Museu Nacional, Dilma criticou o presidente Michel Temer e o candidato à Presidência do MDB, Henrique Meirelles. "No país do 'corta corta' dos golpistas, que congelam investimentos por 20 anos em saúde, educação e cultura, comprometendo o futuro, até o passado é transformado em cinzas", disse em sua conta no Twitter.

O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, responsabilizou o governo federal pelo incêndio e afirmou, na última segunda-feira, 3, que os recursos para manutenção do local sofreram corte de R$ 140 milhões nos últimos quatro anos. O reitor da instituição que era responsável pela gestão do Museu Nacional também disse que em 2015 foi apresentado um projeto para instalação de um novo sistema de prevenção de incêndios, mas o dinheiro só foi liberado neste ano.

O governador Fernando Pimentel, candidato à reeleição pelo PT, também participou do encontro com artistas e comentou sobre a Operação Alerta Vermelho, uma força-tarefa para fiscalizar equipamentos públicos. "Vamos passar o pente fino, ver o que tem para ser corrigido para evitar que aconteça coisas como houve lá no museu", afirmou.

Ausência

Com a presença da candidata a vice-governadora, Jô Moraes, do PCdoB, o único membro da chapa que não compareceu na agenda de campanha foi o candidato ao Senado pelo PT, Miguel Corrêa Júnior. Com duas empresas investigadas por uma possível contratação de influenciadores digitais para fazer campanha nas redes sociais, prática considerada crime eleitoral, o postulante tem sido uma ausência frequente nas agendas petistas.

Questionada sobre a ausência, Dilma Rousseff disse não haver nenhum constrangimento com o outro candidato ao Senado. "Cada um faz a sua campanha, não tem ausência de ninguém não", disse a ex-presidente.



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