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Volta do Palestra depende de fortalecimento do social

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Clube, que hoje faz 83 anos, vai retornar ao futebol profissional apenas ser for autossustentável


Dérek Bittencourt

01/09/2018 | 07:00


O Palestra São Bernardo está em festa. Hoje, um dos precursores do futebol no Grande ABC completa 83 anos. E se teve origem no futebol, tem neste esporte também seu futuro. Apesar de no presente estar licenciado dos campos – condição na qual se encontra desde 2012 –, o Colosso Alviverde ainda sonha novamente calçar as chuteiras profissionalmente. Entretanto, o foco atual está no fortalecimento social e estreitamento do relacionamento com a comunidade.

Atualmente, o Palestra abre as portas sobretudo para crianças e jovens participarem de escolinhas de futebol, futsal, judô, vôlei, aulas de street dance, balé e teatro, e ainda oferece dança de salão para adultos. O clube ainda aluga quadra de futebol society (está construindo uma segunda), quadra poliesportiva, salão de festas e churrasqueira. “Hoje a gente está trabalhando forte na aproximação com a comunidade, principalmente do entorno. Estamos promovendo oportunidades, abrimos escolas de esportes e culturais. Nosso foco é realmente trazer de novo essa vida de volta ao Palestra, criar conexão entre comunidade e Palestra, fortalecer a marca, até para fornecer opções às pessoas”, definiu o presidente José Fábio Cassettari Neto. “Queremos criar vínculo desde criança, e que ela cresça lá dentro.”

O dirigente afirmou que vêm sendo feitos investimentos e melhorias na infraestrutura e nos equipamentos, o que “impedem de colocar em prática a vontade de voltar com o futebol”. “É impossível desassociar Palestra do futebol, porque foi o motivo da fundação, primeira atividade, ganhamos respeito estadual por vários anos de sucesso em competições, mas é momento complicado, não restrinjo ao Palestra. A gente tinha dois caminhos: insistir no futebol do jeito que estava sendo feito ou recuar e dar prioridade para outras questões”, explicou. “Não tinha como trilhar os dois caminhos paralelamente hoje.”

Portanto, o retorno ao campo está completamente atrelado ao fortalecimento social. “O mais importante é a confiança e a responsabilidade com a gestão do clube. Hoje poderia tomar decisão mais maluca de voltar, irresponsavelmente, e isso geraria dano futuro muito grande, colocaria em risco muita coisa. Futebol demanda recursos altíssimos. Precisa de aporte financeiro muito grande. Com certeza todo mundo quer (o retorno). Mas com o trabalho que está sendo feito, estamos nos tornando sustentável para encarar plano de futebol sem depender de patrocinadores externos. Este é o nosso sonho”, concluiu.

TORCIDA
Há seis anos sem ver seu time em campo, um dos líderes da uniformizada Loucos do Palestra Leandro Giudici sugere qual deveria ser o caminho para a diretoria seguir. “Compreendo que o futebol se tornou praticamente inviável. Mas creio que com bom projeto e com ótimo planejamento, é viável, até pelo tamanho da nossa cidade. O Palestra tem carisma. Creio que caso se reaproximasse de quem fez parte da história, a gente poderia tocar. Vem sendo feito bom trabalho. Só não concordo e admito a falta de projeto para o futebol.”  



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Volta do Palestra depende de fortalecimento do social

Clube, que hoje faz 83 anos, vai retornar ao futebol profissional apenas ser for autossustentável

Dérek Bittencourt

01/09/2018 | 07:00


O Palestra São Bernardo está em festa. Hoje, um dos precursores do futebol no Grande ABC completa 83 anos. E se teve origem no futebol, tem neste esporte também seu futuro. Apesar de no presente estar licenciado dos campos – condição na qual se encontra desde 2012 –, o Colosso Alviverde ainda sonha novamente calçar as chuteiras profissionalmente. Entretanto, o foco atual está no fortalecimento social e estreitamento do relacionamento com a comunidade.

Atualmente, o Palestra abre as portas sobretudo para crianças e jovens participarem de escolinhas de futebol, futsal, judô, vôlei, aulas de street dance, balé e teatro, e ainda oferece dança de salão para adultos. O clube ainda aluga quadra de futebol society (está construindo uma segunda), quadra poliesportiva, salão de festas e churrasqueira. “Hoje a gente está trabalhando forte na aproximação com a comunidade, principalmente do entorno. Estamos promovendo oportunidades, abrimos escolas de esportes e culturais. Nosso foco é realmente trazer de novo essa vida de volta ao Palestra, criar conexão entre comunidade e Palestra, fortalecer a marca, até para fornecer opções às pessoas”, definiu o presidente José Fábio Cassettari Neto. “Queremos criar vínculo desde criança, e que ela cresça lá dentro.”

O dirigente afirmou que vêm sendo feitos investimentos e melhorias na infraestrutura e nos equipamentos, o que “impedem de colocar em prática a vontade de voltar com o futebol”. “É impossível desassociar Palestra do futebol, porque foi o motivo da fundação, primeira atividade, ganhamos respeito estadual por vários anos de sucesso em competições, mas é momento complicado, não restrinjo ao Palestra. A gente tinha dois caminhos: insistir no futebol do jeito que estava sendo feito ou recuar e dar prioridade para outras questões”, explicou. “Não tinha como trilhar os dois caminhos paralelamente hoje.”

Portanto, o retorno ao campo está completamente atrelado ao fortalecimento social. “O mais importante é a confiança e a responsabilidade com a gestão do clube. Hoje poderia tomar decisão mais maluca de voltar, irresponsavelmente, e isso geraria dano futuro muito grande, colocaria em risco muita coisa. Futebol demanda recursos altíssimos. Precisa de aporte financeiro muito grande. Com certeza todo mundo quer (o retorno). Mas com o trabalho que está sendo feito, estamos nos tornando sustentável para encarar plano de futebol sem depender de patrocinadores externos. Este é o nosso sonho”, concluiu.

TORCIDA
Há seis anos sem ver seu time em campo, um dos líderes da uniformizada Loucos do Palestra Leandro Giudici sugere qual deveria ser o caminho para a diretoria seguir. “Compreendo que o futebol se tornou praticamente inviável. Mas creio que com bom projeto e com ótimo planejamento, é viável, até pelo tamanho da nossa cidade. O Palestra tem carisma. Creio que caso se reaproximasse de quem fez parte da história, a gente poderia tocar. Vem sendo feito bom trabalho. Só não concordo e admito a falta de projeto para o futebol.”  

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