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País tem que se integrar às cadeias produtivas globais, diz Marina



31/08/2018 | 13:28


Ao comentar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado nesta sexta-feira, 31, a candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede) disse que, para fomentar a indústria, o Brasil precisa se integrar à cadeia produtiva global. "A indústria já representou mais de 20% do PIB, e hoje está reduzida a algo em torno de 9%. As transformações que estão acontecendo no mundo exigem que a gente pense num novo ciclo de prosperidade", afirmou a candidata, defendendo também o aumento das exportações e a diminuição de entraves tarifários.

"Temos que nos integrar às cadeias produtivas globais, agregação de valor, e isso requer transição para uma indústria cada vez mais competitiva", continuou Marina, ao chegar para uma apresentação a empresários na Federação das Indústrias do Rio (Firjan).

O PIB cresceu 0,2% no 2º trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, divulgou o IBGE, totalizando R$ 1,693 trilhão. O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado pela queda da indústria.

"Temos que debater como as novas tecnologias podem ajudar nesse novo ciclo, gerando renda. Vamos trabalhar a reforma tributária, a simplificação dos processos de abrir e fechar empresas. É fundamental para essa transição. Os investimentos já comprometidos terão que passar por essa transição também. Temos grande potencial em relação às commodities agrícolas e de minério, desde que de forma sustentável. Na área de serviços, vamos investir no turismo", disse Marina.



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País tem que se integrar às cadeias produtivas globais, diz Marina


31/08/2018 | 13:28


Ao comentar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado nesta sexta-feira, 31, a candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede) disse que, para fomentar a indústria, o Brasil precisa se integrar à cadeia produtiva global. "A indústria já representou mais de 20% do PIB, e hoje está reduzida a algo em torno de 9%. As transformações que estão acontecendo no mundo exigem que a gente pense num novo ciclo de prosperidade", afirmou a candidata, defendendo também o aumento das exportações e a diminuição de entraves tarifários.

"Temos que nos integrar às cadeias produtivas globais, agregação de valor, e isso requer transição para uma indústria cada vez mais competitiva", continuou Marina, ao chegar para uma apresentação a empresários na Federação das Indústrias do Rio (Firjan).

O PIB cresceu 0,2% no 2º trimestre deste ano, na comparação com os três meses anteriores, divulgou o IBGE, totalizando R$ 1,693 trilhão. O resultado foi sustentado pelo setor de serviços e pressionado pela queda da indústria.

"Temos que debater como as novas tecnologias podem ajudar nesse novo ciclo, gerando renda. Vamos trabalhar a reforma tributária, a simplificação dos processos de abrir e fechar empresas. É fundamental para essa transição. Os investimentos já comprometidos terão que passar por essa transição também. Temos grande potencial em relação às commodities agrícolas e de minério, desde que de forma sustentável. Na área de serviços, vamos investir no turismo", disse Marina.

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