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País teve necessidade de financiamento de R$ 1,9 bi no 2º trimestre

Marcos Santos/USP Imagens Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


31/08/2018 | 10:58


O Brasil registrou uma necessidade de financiamento de R$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2018 após ter alcançado uma capacidade de financiamento de R$ 14,4 bilhões no segundo trimestre de 2017. Os dados são das Contas Nacionais Trimestrais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O saldo externo de bens e serviços recuou de R$ 35,6 bilhões no segundo trimestre de 2017 para R$ 16,6 bilhões no segundo trimestre de 2018, o equivalente a uma redução de R$ 19,0 bilhões.

Já a renda líquida de propriedade enviada ao exterior diminuiu de R$ 23,1 bilhões no segundo trimestre de 2017 para R$ 21,0 bilhões no segundo trimestre de 2018, R$ 2,1 bilhões a menos.

Construção civil

A queda de 1,1% na construção civil no 2º trimestre ante o 2º trimestre de 2017 é a 17ª seguida. A última vez em que o indicador apareceu com sinal positivo nas contas nacionais foi em 2014.

De acordo com a gerente de contas nacionais do IBGE, Cláudia Dionísio, as grandes obras de infraestrutura têm o maior peso no indicador do que a construção de moradias. O ritmo de queda no segundo trimestre, porém, diminuiu um pouco. O indicador, que tinha caído 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado no primeiro trimestre, dessa vez registrou redução de 1,1%.

A gerente do IBGE atribui a queda na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), ou seja, dos investimentos, à construção. A redução nos indicadores de produção industrial e a menor importação de máquinas também contribuíram para o resultado, que ficou 1,8% abaixo do primeiro trimestre do ano.

Safra de milho

O desempenho negativo das exportações no PIB do segundo trimestre, com queda de 5,5% ante o primeiro trimestre e de 2,9% ante o segundo trimestre de 2017, está relacionado à greve dos caminhoneiros, no fim de maio, e à quebra na safra de milho, segundo Claudia. "A greve dos caminhoneiros pode ter afetado o escoamento das exportações para os portos", afirmou Claudia.

O milho é a cultura com maior peso no PIB da agropecuária do período. O IBGE estima uma queda de 16,7% na produção de milho em 2018 ante 2017.



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