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Em queda de 2,53%, Ibovespa encerra pregão aos 76.404,09 pontos

Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


30/08/2018 | 18:03


O agravamento da crise na Argentina, em um dia ruim para os mercados financeiros globais, levou a sensação do efeito de contágio para a Bolsa brasileira, que já vem sofrendo com a volatilidade característica das incertezas que imperam durante o período eleitoral. Com os investidores operando mais na ponta vendedora, o Ibovespa encerrou a sessão de negócios em baixa de 2,53%, aos 76.404,09 pontos.

A oscilação hoje foi de 2 mil pontos, entre a mínima (76.372 pontos) e a máxima (78.388 pontos). O giro financeiro chegou a R$ 9,83 bilhões, uma alta em relação aos últimos dois pregões e um indicativo de maior saída das posições.

O pregão iniciou com o Ibovespa já em baixa, após ganhos acumulados de 2,78% na semana. O mau humor já vinha de fora em sintonia com o movimento de realização de lucros visto nos mercados acionários dos Estados Unidos. A cena política segue sendo um elemento de incertezas para os investidores e, segundo operadores, um terreno fértil para especulações. As perdas foram ampliadas quando, quase no fim da manhã, o Banco Central da Argentina anunciou elevar os juros de 45% para 60%, em uma iniciativa para tentar reduzir a escalada do dólar em relação ao peso.

De acordo com profissionais de renda variável, o canal de contágio do Brasil é pelas expectativas dos investidores, que, a princípio, se mostra pela desvalorização cambial e contamina o restante dos ativos.

A queda foi generalizada na sessão de hoje, com ações de apenas quatro empresas fechando em alta (WEG, Fibria, Fleury e CSNA3). Entre as blue chips, que têm maior atrativo para os investidores, em especial os estrangeiros, o bloco financeiro amargou as maiores perdas, como Bradesco PN recuando 4,27%, Itaú Unibanco PN caindo 3,94%, Banco do Brasil ON cedendo 3,73% e as units do Santander recuando 3,52%.

Petrobras fechou com perdas de 2,21% (ON) e de 2,59% (PN) na contramão da alta das cotações do petróleo no mercado internacional. Já Vale ON, após passar a maior parte da sessão no azul, terminou com queda de 1,18%.



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