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Márcio França admite encontro com José Serra, mas evita falar sobre apoio

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fabio Martins

30/08/2018 | 07:09


 De olho em adesão de fatias do PSDB, o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), admitiu encontro no fim da tarde de ontem com o senador tucano José Serra, no Palácio dos Bandeirantes. A conversa, inclusive, teria resultado no atraso do socialista ao ato eleitoral de campanha em São Caetano, na Cooperativa de Transportes Rodoviários do ABC. Ele evitou, no entanto, falar sobre apoio do ex-chefe da administração estadual (geriu o Executivo entre 2007 e 2010). “Não tenho a liberdade de pedir isso (suporte) a ele, é do PSDB, que tem candidato a governador”, esquivou-se.

França sustentou apenas, durante entrevista, que “há afinidade de pessoas que são do tempo do Mário Covas (ex-governador, morto em 2001), do PSDB original”. “(Ligação) Certamente não é com o (João) Doria (postulante do PSDB ao Estado). O jeito do Doria não tem nada a ver com essas pessoas: ‘Rota na rua’. É o estilo dele. Não estou fazendo juízo de valor, nada contra ele como pessoa, mas não é o jeito do PSDB original. As pessoas que têm mais vínculo com a origem do PSDB têm certo constrangimento com essa situação”, disse, ao ponderar que Serra “veio falar como senador da República”. “Conversamos sobre situação de precatórios. Ele foi autor de lei importantíssima, que vai permitir que a gente quite em São Paulo quase 70% dos precatórios. Estado tem mais de R$ 21 bilhões pendurados (de dívidas judiciais).”

Ainda desconhecido, conforme mostram pesquisas eleitorais, o governador patina nas sondagens de intenção de voto, ficando entre 4% e 5%, atrás de Doria, Paulo Skaf (MDB) e Luiz Marinho (PT). Diante disso, ele tem buscado novas estratégias para alavancar sua candidatura à reeleição. Uma das expectativas é com o início do horário eleitoral na TV e no rádio, na sexta-feira. A outra frente visa explorar alguns episódios que ganharam repecussão, como as negociações do Estado com o movimento grevista dos caminhoneiros, em maio.

“Certamente esse é fato marcante na minha carreira, foi greve nacional, o Brasil parou. O outro (caso) foi da cabo (da PM, homenageada após matar a tiros um assaltante, em Suzano), que ficaram conhecidos. As pessoas veem o que sai em mídia. Vamos apresentar várias coisas (na propaganda). Somando, teremos maior tempo de TV. O Doria tem o segundo. Depois um terço disso, possui o Skaf e o PT. Espero que seja suficiente para que as pessoas me conheçam”, vislumbrou França, ao lado de caminhoneiros. O evento contou com as presenças dos candidatos a deputado José Luiz Penna (PV, a federal) e Almir Cicote (Avante, a estadual).

Na atividade, as lideranças da associação reiteraram apoio à empreitada do socialista ao Estado.



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