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Rio Grande da Serra lidera alta populacional entre as sete cidades

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Especialista aponta proximidade com a linha férrea como explicação para avanço


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

30/08/2018 | 07:00


 Dados divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) apontam que Rio Grande da Serra foi o município da região com maior taxa de crescimento geográfico (1,25%) na comparação entre 2017 e 2018. Significa que a cidade ganhou 833 moradores no período, chegando a 50.241 habitantes.

O segundo maior aumento populacional foi o de Mauá, com taxa de crescimento geográfico de 1,05% (6.143 pessoas). Já Santo André registrou a menor taxa – 0,38% (878 novos moradores). (veja os índices das cidades na tabela ao lado).

Em toda a região, a população estimada é de 2.771.554 pessoas, número 0,65% maior do que um ano antes (ganhou 18.148 moradores) quando feita comparação numérica simples. Se fosse uma única cidade, a região seria a quinta maior do País, atrás apenas de São Paulo (Capital), Rio de Janeiro, Brasília e Salvador.

A análise do IBGE considera diversos fatores, como mortalidade, fecundidade e migração. Os dados são estimativas feitas com base na projeção populacional dos Estados e também nas informações dos Censos de 2000 e 2010. A gerente do projeto Estimativas e Projeção de População do IBGE, Izabel Guimarães Marri, destacou a importância da realização do Censo 2020, pois será neste momento em que as populações municipais serão recontadas e haverá informações atualizadas sobre a migração entre os municípios brasileiros.

O docente da Escola de Gestão e Direito da Universidade Metodista Luiz Silvério Filho avaliou que o crescimento das cidades do Grande ABC é vegetativo. “Um avanço pequeno, que confirma o que já vem sendo dito há vários anos, de que a população está envelhecendo e o aumento populacional vai estagnar”, pontuou.

 “Especificamente sobre a região, podemos observar que os municípios onde o aumento é mais expressivo são cidades com linhas férreas. Ambas ainda dispõe de muitas áreas e com um custo relativamente baixo para aquisição de terras”, declarou. “E embora esse aumento não impacte na oferta de serviços públicos é importante que os governantes olhem para as cidades e para a suas demandas futuras”, finalizou.

A questão logística foi basicamente o que motivou a auxiliar de produção Claudia Rodrigues Cabral, 23 anos, a se mudar de Paranapiacaba, em Santo André, para Rio Grande da Serra, no Jardim Santa Thereza, há cerca de quatro meses. “Aqui o acesso é mais fácil e não fica tão contramão para ir ao trabalho”, justificou. A operadora de telemarketing Vanessa Alves, 36, também voltou a morar na cidade, na Vila Conde, após dois anos e meio em Suzano, pela facilidade de acesso. “Gostava de lá, mas aqui meus pais têm casa própria e é mais acessível”, explicou.

BRASIL

Estima-se que o Brasil tenha 208,5 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,82% entre 2017 e 2018, de acordo com a Projeção da População (Revisão 2018) divulgada ontem. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do País, com 12,2 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões de habitantes), Brasília e Salvador (cerca de 3 milhões de habitantes cada).



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