Fechar
Publicidade

Sábado, 24 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

Morre ex-treinador do Santo André, José Carlos Fescina


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

28/06/2011 | 17:32


Faleceu na manhã desta terça-feira, por insuficiência respiratória, em Santos, o ex-atacante e treinador José Carlos Fescina. Iniciou a carreira de jogador no Palmeiras, mas foi no Santo André que começou a trajetória como técnico, passando posteriormente por mais de 30 clubes no Brasil, Japão, Bolívia e Emirados Árabes. Pelo Ramalhão, foi vice-campeão do Campeonato Paulista da Divisão Intermediária (atual Série A-2) em 1979, ficando a um ponto do acesso para a elite estadual.

"Ele era uma pessoa de bem, bom caráter, mas ao mesmo tempo linha dura, agressivo, que cobrava de forma rígida os jogadores. Era o estilo dele, mas deu resultado", afirmou vice-presidente do EC Santo André, Jairo Livólis, que em 1979 já ocupava o cargo. "Lembro-me que o trouxemos para substituir o (Roberto) Bonora. Ele (Fescina) fazia parte da equipe do Oswaldo Brandão, era auxiliar dele, e teve a primeira experiência como técnico aqui no Santo André. E surpreendeu. Fez um campeonato espetacular com um time marcado pelos baixinhos frenéticos (Fernandinho, Cunha, Arnaldinho, Da Silva e Bona). Não subimos naquele ano por detalhes", recordou o dirigente.

As lembranças do torcedor-símbolo do clube, Esquerdinha, são de uma passagem específica. "O que marcou do Fescina foi o jogo em São José dos Campos, aquela guerra e ele descendo as escadas dos vestiários distribuindo cadeiradas", relembra, citando a partida contra o São José, no quadrangular final da Intermediária de 1979, que teve apagão no estádio, briga generalizada dentro e fora do campo com direito a chuva de garrafas, pedras, além da depredação dos ônibus e carros da delegação andreense. "O Fescina era um cara temperamental, linha-dura, que passava a empolgação e a segurança dele aos jogadores", concluiu Esquerdinha.

José Carlos Fescina estava internado em Santos desde a semana passada. Seu corpo está sendo velado na tarde desta terça-feira no Cemitério São Paulo, na Capital. O enterro será na manhã desta quarta, às 8h, no mesmo local.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Morre ex-treinador do Santo André, José Carlos Fescina

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

28/06/2011 | 17:32


Faleceu na manhã desta terça-feira, por insuficiência respiratória, em Santos, o ex-atacante e treinador José Carlos Fescina. Iniciou a carreira de jogador no Palmeiras, mas foi no Santo André que começou a trajetória como técnico, passando posteriormente por mais de 30 clubes no Brasil, Japão, Bolívia e Emirados Árabes. Pelo Ramalhão, foi vice-campeão do Campeonato Paulista da Divisão Intermediária (atual Série A-2) em 1979, ficando a um ponto do acesso para a elite estadual.

"Ele era uma pessoa de bem, bom caráter, mas ao mesmo tempo linha dura, agressivo, que cobrava de forma rígida os jogadores. Era o estilo dele, mas deu resultado", afirmou vice-presidente do EC Santo André, Jairo Livólis, que em 1979 já ocupava o cargo. "Lembro-me que o trouxemos para substituir o (Roberto) Bonora. Ele (Fescina) fazia parte da equipe do Oswaldo Brandão, era auxiliar dele, e teve a primeira experiência como técnico aqui no Santo André. E surpreendeu. Fez um campeonato espetacular com um time marcado pelos baixinhos frenéticos (Fernandinho, Cunha, Arnaldinho, Da Silva e Bona). Não subimos naquele ano por detalhes", recordou o dirigente.

As lembranças do torcedor-símbolo do clube, Esquerdinha, são de uma passagem específica. "O que marcou do Fescina foi o jogo em São José dos Campos, aquela guerra e ele descendo as escadas dos vestiários distribuindo cadeiradas", relembra, citando a partida contra o São José, no quadrangular final da Intermediária de 1979, que teve apagão no estádio, briga generalizada dentro e fora do campo com direito a chuva de garrafas, pedras, além da depredação dos ônibus e carros da delegação andreense. "O Fescina era um cara temperamental, linha-dura, que passava a empolgação e a segurança dele aos jogadores", concluiu Esquerdinha.

José Carlos Fescina estava internado em Santos desde a semana passada. Seu corpo está sendo velado na tarde desta terça-feira no Cemitério São Paulo, na Capital. O enterro será na manhã desta quarta, às 8h, no mesmo local.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;