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Questão salarial é tema da Justiça, diz Bolsonaro


Daniel Tossato

29/08/2018 | 07:47


Segundo presidenciável a participar da série se sabatinas realizada pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que, se caso seja eleito, não fará intervenção na questão da existência de salários diferentes para homens e mulheres que atuem na mesma função.

Na parte mais tensa da sabatina, Bolsonaro e a âncora Renata Vasconcellos elevaram o tom para defender seus pontos de vista. “A lei prevê que haja pagamento igualitário. Se isso não estiver acontecendo, então que a Justiça atue na causa. Isso não é situação para um presidente agir, mas sim caso de Justiça”, afirmou o candidato.

Bolsonaro ainda tentou criar situação na qual dava a entender que William Bonner, âncora do Jornal Nacional, ganhava mais que Renata. Foi aí que a jornalista se defendeu, respondendo duramente ao presidenciável. “Nós pagamos seu salário, deputado. E sabemos quanto você ganha, como cidadã e contribuinte. Eu recebo da iniciativa privada, não sou obrigado a dizer. Mas saiba que não aceitaria receber menos que um homem na mesma função que a minha”, disse.

Bolsonaro respondeu sobre outros temas, como Segurança, homofobia e sua relação com o economista Paulo Guedes. O candidato repetiu a tática do debate promovido pela RedeTV! e utilizou uma cola nas mãos.

Já no fim da sabatina, quando questionado sobre a época da ditadura e o apoio dos militares, Bolsonaro replicou o que fez em um programa da GloboNews e citou o editorial de Roberto Marinho, responsável pela Globo nos anos de chumbo, que apoiava a intervenção militar à época. “Estamos em 2018, candidato”, retrucou Bonner. 



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Questão salarial é tema da Justiça, diz Bolsonaro

Daniel Tossato

29/08/2018 | 07:47


Segundo presidenciável a participar da série se sabatinas realizada pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que, se caso seja eleito, não fará intervenção na questão da existência de salários diferentes para homens e mulheres que atuem na mesma função.

Na parte mais tensa da sabatina, Bolsonaro e a âncora Renata Vasconcellos elevaram o tom para defender seus pontos de vista. “A lei prevê que haja pagamento igualitário. Se isso não estiver acontecendo, então que a Justiça atue na causa. Isso não é situação para um presidente agir, mas sim caso de Justiça”, afirmou o candidato.

Bolsonaro ainda tentou criar situação na qual dava a entender que William Bonner, âncora do Jornal Nacional, ganhava mais que Renata. Foi aí que a jornalista se defendeu, respondendo duramente ao presidenciável. “Nós pagamos seu salário, deputado. E sabemos quanto você ganha, como cidadã e contribuinte. Eu recebo da iniciativa privada, não sou obrigado a dizer. Mas saiba que não aceitaria receber menos que um homem na mesma função que a minha”, disse.

Bolsonaro respondeu sobre outros temas, como Segurança, homofobia e sua relação com o economista Paulo Guedes. O candidato repetiu a tática do debate promovido pela RedeTV! e utilizou uma cola nas mãos.

Já no fim da sabatina, quando questionado sobre a época da ditadura e o apoio dos militares, Bolsonaro replicou o que fez em um programa da GloboNews e citou o editorial de Roberto Marinho, responsável pela Globo nos anos de chumbo, que apoiava a intervenção militar à época. “Estamos em 2018, candidato”, retrucou Bonner. 

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