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Cadência do samba

Nina Jacobi/Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Carlinhos Vergueiro interpreta sexta-feira, em São Bernardo, canções que são 100% paulistanas


Miriam Gimenes

29/08/2018 | 07:00


 Encarar a ponte aérea entre Rio de Janeiro e São Paulo nunca foi problema para o cantor e compositor Carlinhos Vergueiro. Nascido na Bela Vista, Capital, ele sempre viajou de um Estado ao outro – até porque morou por anos em terras cariocas – para entoar suas canções, assim como para outras partes do País. E na sexta-feira, a partir das 20h, ele mostrará grande parte do que reuniu durante seus 45 anos de carreira no show O Cúmulo do Samba no Teatro Sesi São Bernardo.

Com repertório composto totalmente por sambas paulistas, Vergueiro quer provar que a cidade não merece ser chamada de ‘túmulo’ do ritmo essencialmente brasileiro. “O samba nasceu na Bahia, foi para o Rio e ganhou o País todo. Tem sambista bom em todo lugar. Ataulfo Alves, por exemplo, era mineiro, assim como João Bosco. Samba é samba já dizia Adoniran”, analisa.

E essa rivalidade que existe entre Rio e São Paulo em diversos setores, pelo menos na música, para ele, não é realidade. “O Delegado da Mangueira (1922-2012), maior mestre-sala que já existiu, passou muito tempo na quadra do Camisa Verde e Branco. Nelson Cavaquinho, um grande amigo, também vinha muito para São Paulo. Hoje em dia o Carnaval daqui não deve muito ao dos cariocas. Houve um intercâmbio de samba.”

CANÇÕES
Durante sua carreira, o cantor homenageou os amigos e mestres Paulo Vanzolini e Adoniran Barbosa, que já morou em Santo André, em dois discos distintos. “Fui muito próximo de Adoniran, inclusive em seus últimos anos de vida. Participei há pouco do disco em que comemorava seu centenário”, lembra. Com ele, fez parceria com a música Torresmo à Milanesa.

Essa e outras canções como Toada de Luiz e Volta por Cima, de Vanzolini, Meu Delírio (Eduardo Gudin / Carlinhos Vergueiro), Tradição (Geraldo Filme), Noturno Paulistano (Carlinhos Vergueiro / J. Petrolino) e Lições de Vida (Carlinhos Vergueiro/ Toquinho/ J. Petrolino) serão apresentadas na sexta-feira.

Vergueiro lembra que fez diversos shows na região ao longo dos 45 anos de carreira – planeja lançar álbum entre este ano e o outro para comemorar e que, a última vez que veio aqui, foi para participar de uma partida festiva no campo do São Bernardo. “Futebol e samba caminham juntos.”

O Cúmulo do Samba – Show. Teatro Sesi São Bernardo – Rua Vitória Maria Medice Ramos, 330. Sexta-feira, às 20h. Gratuito.



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Cadência do samba

Carlinhos Vergueiro interpreta sexta-feira, em São Bernardo, canções que são 100% paulistanas

Miriam Gimenes

29/08/2018 | 07:00


 Encarar a ponte aérea entre Rio de Janeiro e São Paulo nunca foi problema para o cantor e compositor Carlinhos Vergueiro. Nascido na Bela Vista, Capital, ele sempre viajou de um Estado ao outro – até porque morou por anos em terras cariocas – para entoar suas canções, assim como para outras partes do País. E na sexta-feira, a partir das 20h, ele mostrará grande parte do que reuniu durante seus 45 anos de carreira no show O Cúmulo do Samba no Teatro Sesi São Bernardo.

Com repertório composto totalmente por sambas paulistas, Vergueiro quer provar que a cidade não merece ser chamada de ‘túmulo’ do ritmo essencialmente brasileiro. “O samba nasceu na Bahia, foi para o Rio e ganhou o País todo. Tem sambista bom em todo lugar. Ataulfo Alves, por exemplo, era mineiro, assim como João Bosco. Samba é samba já dizia Adoniran”, analisa.

E essa rivalidade que existe entre Rio e São Paulo em diversos setores, pelo menos na música, para ele, não é realidade. “O Delegado da Mangueira (1922-2012), maior mestre-sala que já existiu, passou muito tempo na quadra do Camisa Verde e Branco. Nelson Cavaquinho, um grande amigo, também vinha muito para São Paulo. Hoje em dia o Carnaval daqui não deve muito ao dos cariocas. Houve um intercâmbio de samba.”

CANÇÕES
Durante sua carreira, o cantor homenageou os amigos e mestres Paulo Vanzolini e Adoniran Barbosa, que já morou em Santo André, em dois discos distintos. “Fui muito próximo de Adoniran, inclusive em seus últimos anos de vida. Participei há pouco do disco em que comemorava seu centenário”, lembra. Com ele, fez parceria com a música Torresmo à Milanesa.

Essa e outras canções como Toada de Luiz e Volta por Cima, de Vanzolini, Meu Delírio (Eduardo Gudin / Carlinhos Vergueiro), Tradição (Geraldo Filme), Noturno Paulistano (Carlinhos Vergueiro / J. Petrolino) e Lições de Vida (Carlinhos Vergueiro/ Toquinho/ J. Petrolino) serão apresentadas na sexta-feira.

Vergueiro lembra que fez diversos shows na região ao longo dos 45 anos de carreira – planeja lançar álbum entre este ano e o outro para comemorar e que, a última vez que veio aqui, foi para participar de uma partida festiva no campo do São Bernardo. “Futebol e samba caminham juntos.”

O Cúmulo do Samba – Show. Teatro Sesi São Bernardo – Rua Vitória Maria Medice Ramos, 330. Sexta-feira, às 20h. Gratuito.

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