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Caso Celso Daniel tem 35 na lista de testemunhas


Danilo Angrimani
Do Diário do Grande ABC

04/06/2004 | 21:25


Os promotores do Gaerco (Grupo de Atuação Especial para Prevenção e Repressão do Crime Organizado) de Santo André forneceram a lista das 16 testemunhas de acusação que vão depor no processo que apura a morte do prefeito de Santo André Celso Daniel. Os representantes do MP (Ministério Público) acusam o empresário Sérgio Gomes da Silva de ser o mandante do seqüestro e assassinato do prefeito. Os advogados do empresário também divulgaram a relação das 19 testemunhas de defesa. Não há ainda data para esses depoimentos.

As testemunhas de acusação que serão ouvidas em Itapecerica da Serra são as seguintes: Gildete Souza de Aquino, Regina Aquino Soares, Lidiane Aquino Soares e Carina Araújo de Oliveira. Em Santo André, serão colhidos os depoimentos do ex-vice-prefeito José Cicote, do advogado Adão Nery, e do irmão de Celso, João Francisco Daniel. Em São Paulo, participarão da oitiva o deputado estadual Romeu Tuma Júnior, Adilson Morgado, Tania Abreu, testemunha protegida (o nome não é divulgado), o perito Valdir Florenzo e Luciana (sobrenome protegido). Em locais ainda não definidos, serão ouvidos os detentos Ailton Feitosa, Cleilson Gomes de Souza, o Bola, e André Bezerra Leite de Lima, o Teco.

Gildete, Regina e Lidiane são parentes (tia e primas) do preso Dionísio de Aquino Severo, que fugiu de helicóptero do presídio Parada Neto, em Guarulhos. Segundo os promotores, elas teriam ouvido Severo tramar o seqüestro de Celso. Deverá ser esse também o teor da oitiva dos presos Feitosa, Bola e Teco. O deputado Tuma Júnior prendeu Severo e ouviu uma confissão dele sobre o seqüestro de Celso. Pouco tempo depois ele foi assassinado na prisão.

O ex-vice-prefeito José Cicote e o advogado Nery foram arrolados porque dizem ter visto Severo nas proximidades do Paço Municipal de Santo André. O irmão de Celso, João Francisco, denunciou a existência de um suposto esquema de arrecadação de propina na Prefeitura. As demais testemunhas de acusação teriam presenciado o arrebatamento do prefeito e a ação incriminaria o empresário Gomes da Silva, que acompanhava Celso na noite do seqüestro, em 18 de janeiro de 2002.

As testemunhas de defesa são as seguintes: os delegados - Armando de Oliveira da Costa Filho (DHPP, 1ªDivisão de Homicídios), José Masi (DHPP, 1ªDivisão de Homicídios), Edison Remigio De Santi (Deic), Hermes Rubens Siviero Júnior (Superintendência Regional da Polícia Federal); o perito do Instituto de Criminalística Valdir Florenzo; o cabo da Polícia Militar Geraldo Jesus Camba; e a testemunha protegida de codinome Zorro.

As demais testemunhas de defesa são Manuel Cunha de Castro, Antonio Carlos Mônico, Adriana Pugliese, Ivone Santana, Fernando Donizeti Ulbrich, Saul Ribeiro Spineti, Ednilson Silvestre de Pontes, Agda Dalva da Fonseca Santos, Maria Amaro Leite, Luiz Cláudio Silva de Paulo, Daniel Lima e Heleno Manoel da Silva.



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