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Sem Pimentel, Dilma faz campanha em Contagem



25/08/2018 | 19:40


A ex-presidente cassada Dilma Rousseff, candidata ao Senado pelo PT em Minas Gerais, participou na manhã deste sábado de um ato público de campanha em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, sem a presença do governador Fernando Pimentel (PT), candidato a reeleição. O evento - lançamento da candidatura de reeleição da deputada estadual Marília Campos (PT) - também foi marcado por críticas ao senador Aécio Neves (PSDB), candidato à Câmara dos Deputados.

A assessoria de Pimentel - que na sexta-feira fez campanha em Espinosa, no norte de Minas - afirmou que a presença do governador estava prevista em Contagem, mas a presidente do PT em Minas, Cida de Jesus, afirmou que ele foi convocado para uma agenda de governo em Brasília. Candidata a vice da coligação petista, Jô Moraes (PCdoB), representou o governador.

Em razão de "o tempo de campanha ser curto", afirmou ao Estado uma fonte do PT mineiro, e o Estado ter 853 municípios, será necessário que Dilma e Pimentel se dividam para percorrer o interior de Minas na corrida eleitoral deste ano. Jô Moraes deve representar a chapa petista em agendas no entorno de BH.

Nos bastidores, porém, ventila-se que a relação entre Dilma e Pimentel estaria estremecida desde a convenção estadual do PT, no dia 5 de agosto. A possível entrada do MDB na coligação petista, defendida pelo governador e rejeitada pela ex-presidente, seria o motivo para a desavença.

No evento em Contagem, Dilma fez um discurso de 20 minutos, mas não conversou com a imprensa. Em sua fala, a candidata ao Senado ressaltou a importância de o PT eleger representantes no Legislativo Federal. "Sem um Congresso com pessoas dignas e combativas, é muito difícil governar o País". Além disso, Dilma também defendeu a libertação e a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato.

Dilma voltou a defender a sua candidatura por Minas Gerais. "Eu não saí de Minas para passear, saí porque fui perseguida pela ditadura militar", disse, em resposta a críticas de adversários por ter construído sua carreira política no Rio Grande do Sul.

O senador Aécio Neves, candidato a deputado federal pelo PSDB, foi criticado. "Estamos em ato em praça pública, não é igual aos tucanos que fazem lançamento quase clandestino", disse o candidato à Câmara e deputado estadual Rogério Correia (PT), em referência ao primeiro evento de campanha de Aécio, realizado neste sábado em uma fazenda, na cidade de Teófilo Otoni, a 446 quilômetros de Belo Horizonte.



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