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O que é feminismo?

Mobilização das mulheres ao longo do tempo busca direitos, respeito e igualdade


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

26/08/2018 | 07:00


O feminismo é a mobilização de mulheres, de forma organizada, em busca de direitos e igualdade diante dos homens. Essa luta contra diferentes tipos de assédio e discriminação tem agitado a sociedade há muitos anos, principalmente para que as pessoas combatam as complicações citadas e evoluam seus pensamentos.

O movimento nasceu na era moderna durante a Revolução Francesa, na França (Europa), em 1789. A partir do evento, as mulheres passaram a contestar mais fortemente o fato de nascer com as únicas missões de cuidar da casa e dos filhos. Elas desejavam trabalhar como os homens, dividir as responsabilidades domésticas e ampliar os direitos à democracia.

Como qualquer outra luta, há oscilações em torno do conceito ao longo dos anos (também chamadas de ondas). Isso significa dizer que, às vezes, esses assuntos estão mais presentes em nosso cotidiano e, em outros momentos, parecem perder força entre os temas em destaque. Independentemente da época, a bandeira defendida pelas garotas é de combater a discriminação, seja ela em casa, no trabalho e na sociedade, além de impedir a violência (psicológica, física ou moral).

No Brasil, o feminismo passa a ganhar forma em 1801, com a educação feminina. Mas é a partir do século 20, mais precisamente em 1932, que toma força com o direito da mulher ao voto, quando passa a ajudar a eleger prefeitos, deputados, senadores e presidentes nas eleições. Com luta constante, o feminismo também mobiliza os Estados Unidos e a Europa nos anos 1960 e 1970.

A luta das mulheres voltou a crescer no País na década de 1980. Um marco ocorreu em 1988, com alteração realizada na Constituição Federal, que passou a perceber homens e mulheres como iguais perante a lei em relação a direitos e obrigações.

Os anos 1990 foram marcados pelo crescimento do número e das atividades das ONGs (Organizações Não-Governamentais) de apoio às mulheres. Essas instituições oferecem todo o tipo de suporte aos participantes e promovem discussões e reflexões sobre esse universo.

A força atual das redes sociais contribui para a ampliação das ideias feministas. Mesmo com alguns ganhos ao longo da história, as mulheres continuam lutando para serem definitivamente respeitadas.

A pianista e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi uma brasileira ousada para sua época e não aceitava usar pseudônimo masculino para assinar suas obras.

Consultoria de Arlene Martinez Ricoldi, bacharel e licenciada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e professora adjunta da Universidade Federal do ABC. 



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