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Ibovespa perde 1,65% e encerra sessão aos 75.633,77 pontos



23/08/2018 | 18:24


Os investidores importaram o mau humor externo em um contexto ruim que segue em torno das incertezas com a corrida eleitoral. Assim, o Ibovespa voltou a operar no nível dos 75 mil pontos, após ter oscilado 1.700 pontos entre a máxima e a mínima intraday. No fechamento da sessão de negócios, o principal índice do mercado acionário brasileiro marcou 75.633,77 pontos, em baixa de 1,65%.

"Hoje o mercado está em linha com o real contexto externo e político interno", complementa Rafael Bevilacqua, sócio da Levante Ideias de Investimentos. Para ele, o cenário está negativo e nem mesmo as divulgações de dados econômicos com resultado mais ameno, como a arrecadação de impostos e contribuições federais acima do esperado, deram algum alívio.

A Bolsa abriu o pregão na manhã desta quinta-feira rondando a estabilidade, já mostrando que tinha pouco fôlego para sustentar a alta da véspera. Quando o mercado acionário dos Estados Unidos abriu, houve volatilidade, mas o que predominou foi o dia no negativo. Lá fora, os mercados globais reagiam ao recrudescimento da tensão comercial com ataque e contra-ataque entre Washington e Pequim. Aliado a isso, também houve reação ao anúncio dos chineses de que recorreram à Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os americanos. Essa tensão teve como reflexo o fortalecimento do dólar frente a moedas de emergentes e de países desenvolvidos.

Mas, por aqui, a valorização mais aguda do câmbio reflete uma ansiedade do mercado pela indefinição política.

Entre as blue chips, as ações de Itaú Unibanco PN perderam 3,89%, seguidas pelas Units do Santander (-3,50%). Bradesco PN e Banco do Brasil ON perderam 2,50% e 2,53%, respectivamente. Os papéis da Petrobras recuaram 1,36% (ON) e 2,23% (PN). Exceção ficou com as empresas exportadoras da carteira teórica, que se beneficiam da alta do dólar, como Vale, Fibria, Klabin e Braskem.

A B3 informou hoje que os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 335,948 milhões no pregão do último dia 21 de agosto. Em agosto, o saldo de recursos estrangeiros na Bolsa segue positivo em R$ 2,442 bilhões, mas ainda não reverteu o do acumulado do ano, que é negativo em R$ 3,720 bilhões.



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