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Bruno Covas cita pressão, ao lado do Consórcio, junto ao Estado e à União

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de S.Paulo recebeu título de cidadão andreense e se colocou à disposição de diálogo


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

23/08/2018 | 07:01


Atualizada às 10h00

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se colocou à disposição do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para encampar pressão junto aos governos do Estado e federal, encaminhando em conjunto alternativas a gargalos entre os municípios da Região Metropolitana. “Estou à disposição para, se for o caso, ir a reunião do Consórcio, verificar de que forma podemos ajudar, colaborar, enfim, pressionar o governo de São Paulo e a União”, disse o tucano, junto a correligionários após receber título de cidadão andreense, na Câmara.

A homenagem a Bruno, neto do ex-governador do Estado Mário Covas (1995-2001), de autoria do vereador Pedrinho Botaro (PSDB), contabilizou presença maciça de tucanos da região, como o prefeito de Santo André, Paulo Serra, e os chefes do Executivo das vizinhas São Bernardo, Orlando Morando, e São Caetano, José Auricchio Júnior. Bruno está há quatro meses à frente da prefeitura da Capital. Então vice-prefeito, ele assumiu o cargo em abril diante da renúncia de João Doria (PSDB), que entrou no pleito ao governo paulista. O principal motivo alegado à aprovação do título envolveu obras de melhoria na Chácara Baronesa, desenvolvidas quando ele era secretário estadual de Meio Ambiente.

Bruno pontuou que a pressão pode acontecer em “obras de infraestrutura que beneficie toda a Grande São Paulo”, incluindo intervenções no viário urbano, transporte, que abrange a área metropolitana, e saneamento. “Todos esses temas são possíveis discutir de maneira conjunta”, citou, ao acrescentar que a partir de agora, com a formalização da honraria, terá a obrigação de dividir as atribuições de prefeito da Capital com a responsabilidade de também auxiliar o município que tornou-se “filho”. “Estamos à disposição do Paulinho para sentar, conversar e ver de que forma podemos ajudar”, disse Bruno.

Paulo Serra foi uma das poucas autoridades a usar a tribuna ontem durante a sessão solene, mencionando que considera Bruno “ícone da nova geração de políticos”. Relembrou, na sequência, momento em que estiveram em disputa interna no tucanato, em 2012, quando o partido inviabilizou candidatura própria à Prefeitura. “Particularmente, eu aprendi a admirá-lo na adversidade. Já estivemos em lados contrários e do mesmo lado”, afirmou. Em seguida, frisou que Bruno foi importante para construir projeto majoritário à empreitada de 2016. “Foi união de grupos, todos compromissados, que resultou no sucesso do PSDB com quase 80% (no segundo turno contra o então prefeito Carlos Grana, PT).”

Na última eleição proporcional, em 2014, Bruno, que já teve reduto em Santos – seu município natal – e agora São Paulo, foi eleito deputado federal com 352,7 mil votos. Destes, 8.542 foram em Santo André. “Minha relação política com a cidade veio ainda na juventude. Me trouxeram para dentro do PSDB municipal, que praticamente me adotou. Durante a carreira de deputado só ampliou essa ligação”, assinalou o tucano. “Política é grupo. Quando o grupo decide pouco importa a opinião de cada um, assim a gente deve seguir”, emendou, em referência ao comentário de Paulo Serra sobre a divisão de seis anos atrás. 



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Bruno Covas cita pressão, ao lado do Consórcio, junto ao Estado e à União

Prefeito de S.Paulo recebeu título de cidadão andreense e se colocou à disposição de diálogo

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

23/08/2018 | 07:01


Atualizada às 10h00

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se colocou à disposição do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para encampar pressão junto aos governos do Estado e federal, encaminhando em conjunto alternativas a gargalos entre os municípios da Região Metropolitana. “Estou à disposição para, se for o caso, ir a reunião do Consórcio, verificar de que forma podemos ajudar, colaborar, enfim, pressionar o governo de São Paulo e a União”, disse o tucano, junto a correligionários após receber título de cidadão andreense, na Câmara.

A homenagem a Bruno, neto do ex-governador do Estado Mário Covas (1995-2001), de autoria do vereador Pedrinho Botaro (PSDB), contabilizou presença maciça de tucanos da região, como o prefeito de Santo André, Paulo Serra, e os chefes do Executivo das vizinhas São Bernardo, Orlando Morando, e São Caetano, José Auricchio Júnior. Bruno está há quatro meses à frente da prefeitura da Capital. Então vice-prefeito, ele assumiu o cargo em abril diante da renúncia de João Doria (PSDB), que entrou no pleito ao governo paulista. O principal motivo alegado à aprovação do título envolveu obras de melhoria na Chácara Baronesa, desenvolvidas quando ele era secretário estadual de Meio Ambiente.

Bruno pontuou que a pressão pode acontecer em “obras de infraestrutura que beneficie toda a Grande São Paulo”, incluindo intervenções no viário urbano, transporte, que abrange a área metropolitana, e saneamento. “Todos esses temas são possíveis discutir de maneira conjunta”, citou, ao acrescentar que a partir de agora, com a formalização da honraria, terá a obrigação de dividir as atribuições de prefeito da Capital com a responsabilidade de também auxiliar o município que tornou-se “filho”. “Estamos à disposição do Paulinho para sentar, conversar e ver de que forma podemos ajudar”, disse Bruno.

Paulo Serra foi uma das poucas autoridades a usar a tribuna ontem durante a sessão solene, mencionando que considera Bruno “ícone da nova geração de políticos”. Relembrou, na sequência, momento em que estiveram em disputa interna no tucanato, em 2012, quando o partido inviabilizou candidatura própria à Prefeitura. “Particularmente, eu aprendi a admirá-lo na adversidade. Já estivemos em lados contrários e do mesmo lado”, afirmou. Em seguida, frisou que Bruno foi importante para construir projeto majoritário à empreitada de 2016. “Foi união de grupos, todos compromissados, que resultou no sucesso do PSDB com quase 80% (no segundo turno contra o então prefeito Carlos Grana, PT).”

Na última eleição proporcional, em 2014, Bruno, que já teve reduto em Santos – seu município natal – e agora São Paulo, foi eleito deputado federal com 352,7 mil votos. Destes, 8.542 foram em Santo André. “Minha relação política com a cidade veio ainda na juventude. Me trouxeram para dentro do PSDB municipal, que praticamente me adotou. Durante a carreira de deputado só ampliou essa ligação”, assinalou o tucano. “Política é grupo. Quando o grupo decide pouco importa a opinião de cada um, assim a gente deve seguir”, emendou, em referência ao comentário de Paulo Serra sobre a divisão de seis anos atrás. 

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