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Poesia do Leitor: Jurema Barreto de Souza


da Redação

19/08/2018 | 07:00


O QUE HÁ DE VERMELHO NO MUNDO?

O que há de vermelho no mundo?
Sol nascendo em horizonte oceânico
As rosas no jardim do vizinho
A rua de hibiscos e tulipas-afriacanas
Sedosas maçãs, caquis, tomates
brilhando na feira de domingo
A escultura sinuosa de Tomie Ohtake
ora infinito ora fita ao vento
O deserto de Atacama ao entardecer
Bandeiras tremulando indignadas
Terras férteis onde o café
amadurece seus doces grãos
O sorriso encarnado da moça
o lenço na cabeça, o sonho
Encontros ao entardecer no verão
a alegria de construir um ideal
O rastro de fogo e ódio
que sai da arma e entra
na pele morena e na pele branca
rasgando a beleza do vermelho
que se esvai em sangue e silêncio.
As aves tantas, infinitas asas
revoada de Fenix renascidas
das cinzas da justiça
a brasa viva ainda arde.

A AUTORA: Jurema Barreto de Souza

Tem alguma poesia que deseja mostrar? Mande para a gente no e-mail cultura@dgabc.com.br. Ela poderá ser publicada aqui.



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Poesia do Leitor: Jurema Barreto de Souza

da Redação

19/08/2018 | 07:00


O QUE HÁ DE VERMELHO NO MUNDO?

O que há de vermelho no mundo?
Sol nascendo em horizonte oceânico
As rosas no jardim do vizinho
A rua de hibiscos e tulipas-afriacanas
Sedosas maçãs, caquis, tomates
brilhando na feira de domingo
A escultura sinuosa de Tomie Ohtake
ora infinito ora fita ao vento
O deserto de Atacama ao entardecer
Bandeiras tremulando indignadas
Terras férteis onde o café
amadurece seus doces grãos
O sorriso encarnado da moça
o lenço na cabeça, o sonho
Encontros ao entardecer no verão
a alegria de construir um ideal
O rastro de fogo e ódio
que sai da arma e entra
na pele morena e na pele branca
rasgando a beleza do vermelho
que se esvai em sangue e silêncio.
As aves tantas, infinitas asas
revoada de Fenix renascidas
das cinzas da justiça
a brasa viva ainda arde.

A AUTORA: Jurema Barreto de Souza

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