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MDB é o que mais perde em adesões desde o impeachment



15/08/2018 | 11:12


Ainda o maior partido do País, o MDB foi o que mais perdeu filiados desde agosto de 2016, quando o emedebista Michel Temer assumiu a Presidência da República após o impeachment de Dilma Rousseff (PT). De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a sigla tinha 2.397.418 filiados quando Temer chegou à chefia do Executivo nacional.

Ao fim do primeiro semestre deste ano, esse número encolheu em 2.871 adesões. Também perderam mais de mil filiados o DEM (1.634) e o PMN (1.411).

PSTU, PTB, PCB e PR também registram menos do que tinham em agosto de 2016.

Na outra ponta, o partido que mais cresceu em número de filiados durante o mandato de Temer até aqui foi o Solidariedade (SD), que saltou de 163.292 para 212.478 neste ano.

"O número de filiados é obtido a partir das relações oficiais de filiação, nas quais constam apenas registros em situação regular", informa o TSE, que diz filtrar eventuais "duplicações" de nomes, para que um mesmo eleitor que eventualmente tenha trocado de partido não seja contabilizado mais de uma vez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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MDB é o que mais perde em adesões desde o impeachment


15/08/2018 | 11:12


Ainda o maior partido do País, o MDB foi o que mais perdeu filiados desde agosto de 2016, quando o emedebista Michel Temer assumiu a Presidência da República após o impeachment de Dilma Rousseff (PT). De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a sigla tinha 2.397.418 filiados quando Temer chegou à chefia do Executivo nacional.

Ao fim do primeiro semestre deste ano, esse número encolheu em 2.871 adesões. Também perderam mais de mil filiados o DEM (1.634) e o PMN (1.411).

PSTU, PTB, PCB e PR também registram menos do que tinham em agosto de 2016.

Na outra ponta, o partido que mais cresceu em número de filiados durante o mandato de Temer até aqui foi o Solidariedade (SD), que saltou de 163.292 para 212.478 neste ano.

"O número de filiados é obtido a partir das relações oficiais de filiação, nas quais constam apenas registros em situação regular", informa o TSE, que diz filtrar eventuais "duplicações" de nomes, para que um mesmo eleitor que eventualmente tenha trocado de partido não seja contabilizado mais de uma vez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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