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Kiko admite apoiar candidato contra indicado de Maranhão em 2020


Fabio Martins

14/08/2018 | 07:07


 Prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB) admitiu ao Diário distanciamento com o chefe do Executivo de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (sem partido), e declarou que trabalhará um nome para a eleição de 2020 que “não necessariamente” tenha a bênção de Maranhão.

Em junho, o Diário mostrou que Kiko e Maranhão trilham caminhos opostos na política após mais de uma década de aliança. Maranhão foi secretário de Obras nos dois mandatos de Kiko à frente da Prefeitura de Rio Grande e, em 2012, foi indicado do socialista para a sucessão. Venceu e foi reeleito, com apoio de Kiko, em 2016. Neste ano, porém, a parceria se abalou.

“Eu fiquei oito ano como prefeito da cidade (Rio Grande). Tivemos trabalho reconhecido, consegui viabilizar o nome do Maranhão, até então desconhecido. Participei da reeleição dele, embora já fosse candidato em Ribeirão. Não posso ficar lá tutoriando o comportamento dele a vida toda. Tem coisa que, às vezes, não nos agrada, então é melhor manter afastamento de forma bem diplomática e democrática”, consentiu Kiko, em visita ao Diário.

Um fato que desagradou Kiko foi a aproximação de Maranhão com o deputado federal Alex Manente (PPS) e, como consequência, com o ex-vice-prefeito ribeirão-pirense Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), adversário de Kiko no pleito de 2016. O prefeito de Ribeirão faz parte do grupo político do chefe do Executivo de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), adversário eleitoral de Alex.

Questionado se pretende apresentar uma figura de sua confiança na eleição de 2020, quando Maranhão não poderá se candidatar à reeleição, Kiko reconheceu a possibilidade. “É muito cedo para discutir isso. Embora eu seja prefeito de Ribeirão, tenho carinho especial por Rio Grande, e farei de tudo para viabilizar um nome que seja o melhor para a cidade, dentro do entendimento do grupo que temos lá também. São cidades que se comunicam”, disse. “Não necessariamente do grupo dele (Maranhão). Tenho o direito e obrigação de querer o melhor para Rio Grande da Serra.”



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