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Postulante à Câmara Federal, Batoré dispara contra classe política de Mauá

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Ex-vereador, agora no PTB, critica Alaíde, Atila, Vanessa e Orosco


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

09/08/2018 | 07:00


Após dois mandatos de vereador, o humorista Ivann Gomes, o Batoré (PTB), retorna à política em busca de cadeira de deputado federal neste ano. O discurso é de questionar duramente a classe política da cidade, incluindo antigos aliados, como a ex-deputada Vanessa Damo (MDB).

“A política de Mauá está abaixo da linha do esgoto”, classificou Batoré, ao avaliar o cenário da cidade atualmente. Os ataques foram para várias figuras públicas, desde o prefeito afastado Atila Jacomussi (PSB) à chefe do Executivo em exercício, Alaíde Damo (MDB), que assumiu a função pela prisão de Atila, em maio. “O prefeito está preso. Temos uma prefeita que não pilota nem fogão. A verdade é que cada prefeito de Mauá causa saudades do anterior”, disparou o petebista, em visita ao Diário.

Batoré foi eleito vereador pela primeira vez em 2008. Em 2012, se reelegeu. Mas, em 2014, teve o mandato cassado por infidelidade partidária, ao trocar o PP pelo PRB. No mesmo ano, concorreu a uma cadeira na Câmara Federal, mas ficou longe de sair vitorioso – recebeu somente 4.672 votos. Sobre esse pleito, ele não escondeu o descontentamento com Vanessa.

“Ela e eu fizemos uma parceria, mas achei errado a Vanessa fazer campanha junto com o Celso Russomanno (deputado federal pelo PRB) em Mauá sabendo que eu era candidato”, relembrou. “Hoje ela está colocando uma irmã que não tem conhecimento ou capital político nenhum. Ela está fazendo isso porque está cassada”, alegou Batoré, relembrando a candidatura de Vanelli Damo (PRB) a deputada federal e a punição eleitoral sofrida por Vanessa. Em 2016, o artista optou por não concorrer a um assento de vereador. “Voltei (à política) após ouvir meus filhos e pedidos de pessoas nas ruas.”

Ex-marido de Vanessa e candidato a deputado federal, José Carlos Orosco Júnior (PDT) também foi criticado por Batoré. “No dia que eu mandar ou dar tiros em meus carros, em duas campanhas consecutivas, aí podem me nivelar a ele. Não ficou mágoa, ficou nojo”, disparou. Em 2012, Orosco era o coordenador da campanha de Vanessa à Prefeitura e, no segundo turno, alegou que seu carro havia sido atingido por disparos de arma de fogo. Batoré afirmou que esse fato foi “completamente forjado” para tentar salvar a campanha de Vanessa, que acabou perdendo para o ex-petista Donisete Braga (Pros). Orosco não retornou aos contatos do Diário para comentar as declarações.

Apesar de toda crítica a políticos de sua cidade, Batoré elogiou uma figura pública: o deputado federal Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL. “Sei que ele não é o melhor modelo que tenho. Mas se olharmos bem, não há opção melhor”, alegou Batoré. Seu partido, o PTB, está no arco de aliados do ex-governador paulista Geraldo Alckmin, candidato à Presidência pelo PSDB. 



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