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Comércio fica no radar, mas techs falam mais alto e bolsas de NY fecham em alta



06/08/2018 | 18:13


Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta segunda-feira, 6, em alta, apoiados pelo avanço dos papéis de empresas de tecnologia, embora os ganhos gerais tenham sido limitados pela cautela em torno dos desenvolvimentos no comércio global.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,16%, aos 25.502,18 pontos; o S&P 500 subiu 0,35%, aos 2.850,40 pontos; e o Nasdaq avançou 0,61%, aos 7.859,68 pontos. Já o índice de volatilidade VIX, tido como o "medidor de medo" de Wall Street, encerrou o dia no menor nível desde 23 de janeiro, aos 11,27 pontos.

As giant techs novamente lideraram os ganhos e, novamente, foram beneficiadas pelo otimismo dos investidores em solo americano. O subíndice de tecnologia do S&P 500 subiu 0,59%, para 1.284,60 pontos, com o movimento liderado pelo Facebook (+4,45%). Durante a tarde, o Wall Street Journal publicou que a empresa comandada por Mark Zuckerberg estaria fazendo um acordo com grandes bancos dos EUA para utilizar dados de clientes a fim de oferecer novos serviços. O Facebook negou a história pouco depois.

Na avaliação da estrategista-chefe de mercados da Prudential Financial, Quincy Krosby, "as surpresas positivas na temporada de balanços ainda são fortes nas bolsas e isso está ajudando no sentimento geral dos mercados". Não por acaso, a ação da Apple continua em alta, e subiu 0,52% nesta segunda-feira, mesmo após a companhia ter ultrapassado US$ 1 trilhão em valor de mercado na quinta-feira. Já a Amazon foi outra empresa a se destacar e viu seus papéis avançarem 1,34% no pregão desta segunda-feira.

De acordo com a FactSet, 80% das empresas americanas que compõem o S&P 500 e que divulgaram resultados até o momento apresentaram lucro maior que o esperado. Caso os números permaneçam nesse nível, será o maior porcentual de empresas que superaram as expectativas desde que a FactSet começou a registrar os dados, em 2008.

Os investidores, no entanto, continuaram atentos aos possíveis impactos negativos vindos da guerra comercial entre EUA e China. Algumas companhias do setor de consumo já começaram a ver os seus resultados afetados negativamente. São os casos da Harley-Davidson, cujas ações fecharam em queda de 1,63%, e da Whirlpool, que viu seus papéis caírem 1,60%.

No noticiário, os agentes digeriram informações do fim de semana, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu o uso de tarifas em suas políticas e disse que, com elas, "nós americanos ganhamos de qualquer maneira". Do lado chinês, além da orientação para um yuan mais fraco, um jornal estatal chinês apontou que o país está preparado para uma guerra comercial "prolongada" com Washington.



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