Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 21 de Agosto

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Ministérios fazem pedido extra de R$ 10 bilhões

Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


04/08/2018 | 11:04


Em meio à pressão dos ministérios por mais recursos no Orçamento de 2019, a equipe econômica ainda precisa resolver o complicado xadrez orçamentário deste ano. A melhora na arrecadação abriu espaço para distribuir R$ 666,6 milhões que restam disponíveis dentro do teto de gastos, mas a boa notícia expôs o grau de restrição que os órgãos enfrentam.

Para essa pequena folga, foram apresentadas demandas "prioritárias" que somam mais de R$ 10 bilhões, ou 15 vezes o valor disponível, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Mais da metade do valor é referente a pedidos para custear despesas administrativas, que garantem o funcionamento dos órgãos. Outra parte é para bancar investimentos, sobretudo de obras inacabadas.

O governo tem tentado distribuir os recursos de forma pulverizada, priorizando despesas para manter a máquina funcionando e para pagamento de contratos. Mas ficou claro na reunião da Junta de Execução Orçamentária, na quarta-feira, que não há como atender a todos.

Para fontes do governo, o quadro é insustentável caso o Congresso Nacional resista a aprovar a reforma da Previdência. Na semana passada, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, afirmou que o teto deve ser ampliado em R$ 59 bilhões em 2019. A regra prevê que o limite do ano anterior é corrigido pela inflação. No entanto, as despesas obrigatórias devem avançar R$ 80 bilhões.

O governo precisa enviar um projeto de lei ao Congresso para abrir um crédito suplementar para usar o excesso de arrecadação. O projeto vai incluir R$ 1,178 bilhão que será destinado à capitalização de estatais, como a Caixa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Ministérios fazem pedido extra de R$ 10 bilhões


04/08/2018 | 11:04


Em meio à pressão dos ministérios por mais recursos no Orçamento de 2019, a equipe econômica ainda precisa resolver o complicado xadrez orçamentário deste ano. A melhora na arrecadação abriu espaço para distribuir R$ 666,6 milhões que restam disponíveis dentro do teto de gastos, mas a boa notícia expôs o grau de restrição que os órgãos enfrentam.

Para essa pequena folga, foram apresentadas demandas "prioritárias" que somam mais de R$ 10 bilhões, ou 15 vezes o valor disponível, segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Mais da metade do valor é referente a pedidos para custear despesas administrativas, que garantem o funcionamento dos órgãos. Outra parte é para bancar investimentos, sobretudo de obras inacabadas.

O governo tem tentado distribuir os recursos de forma pulverizada, priorizando despesas para manter a máquina funcionando e para pagamento de contratos. Mas ficou claro na reunião da Junta de Execução Orçamentária, na quarta-feira, que não há como atender a todos.

Para fontes do governo, o quadro é insustentável caso o Congresso Nacional resista a aprovar a reforma da Previdência. Na semana passada, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, afirmou que o teto deve ser ampliado em R$ 59 bilhões em 2019. A regra prevê que o limite do ano anterior é corrigido pela inflação. No entanto, as despesas obrigatórias devem avançar R$ 80 bilhões.

O governo precisa enviar um projeto de lei ao Congresso para abrir um crédito suplementar para usar o excesso de arrecadação. O projeto vai incluir R$ 1,178 bilhão que será destinado à capitalização de estatais, como a Caixa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;