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França terá PM como vice; Marinho escolhe professora

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Socialista dividirá chapa com Eliane Nikoluk na corrida pela reeleição ao Estado; petista anuncia Ana Bahia Bock


Raphael Rocha
Fábio Martins

04/08/2018 | 07:13


Candidatos ao governo de São Paulo, o governador Márcio França (PSB) e o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT) definiram ontem os companheiros de chapa. O socialista, que buscará a reeleição, escolheu a coronel da PM (Polícia Militar) Eliane Nikoluk (PR). O petista anunciou que a professora universitária Ana Bahia Bock (PT) será sua vice no pleito.

Com as definições, os quatro principais nomes na corrida ao Palácio dos Bandeirantes anunciaram os parceiros de chapa. Nome do PSDB no pleito, o ex-prefeito paulistano João Doria (PSDB) terá como vice o deputado federal e ex-secretário de Habitação do Estado Rodrigo Garcia (DEM). Já Paulo Skaf (MDB), presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), convidou a tenente-coronel da PM Carla Danielle Basson (MDB).

Candidata a vice de França, Eliane Nikoluk esteve à frente do comando da PM no Vale do Paraíba, no Interior, e é filha de policial militar de Taubaté. Sua escolha mostra que o socialista tende a utilizar o discurso de melhoria na Segurança Pública, embora entre na campanha com a árdua missão de criticar o postulante tucano sem atingir o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB e que fez de França governador ao renunciar ao cargo no Palácio dos Bandeirantes.

Outros nomes estavam na mira de Márcio França, entre eles o do vereador paulistano Mario Covas Neto, o Zuzinha (Podemos), o do deputado federal Alex Manente (PPS) e o da ex-reitora da USP (Universidade de São Paulo) Suely Vilela. O primeiro decidiu concorrer ao Senado, enquanto o popular-socialista, de São Bernardo, tentará a reeleição na Câmara Federal.

SURPRESA

Marinho anunciou Ana Bock como vice em sua rede social – o Diário OnLine antecipou a indicação do petista. Ele vinha pedindo uma mulher e oriunda dos movimentos sociais para dividir a chapa. Ele chegou a solicitar alguém com esse perfil para o PCdoB – até agora o único partido em seu projeto eleitoral –, mas a sigla comunista apenas apresentou o nome de Eduardo Annunciato, o Chicão, para a primeira suplência da candidatura ao Senado do vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT).

Professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e doutora em Psicologia, Ana Bock admitiu surpresa com o convite. “Meus filhos reagiram surpresos. Meus colegas da PUC, meus amigos. Eu mesma reagi com muita surpresa. Fui dormir um dia Ana Bock, professora da PUC, e acordei no outro dia como candidata a vice pelo PT”, afirmou, em vídeo. “Assusta, não é. Nunca fui candidata a vice-governadora. Sempre aceitei desafios na vida. Sempre é um desafio, mas esse parece bastante grande.”

Ex-presidente do Conselho Federal de Psicologia, ela esteve na linha de frente em evento de 22 de setembro de 1977 no Tuca, o teatro da PUC, contra a ditadura militar. À época, agentes invadiram o local, com bombas de efeito moral, e prenderam 500 estudantes. 



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França terá PM como vice; Marinho escolhe professora

Socialista dividirá chapa com Eliane Nikoluk na corrida pela reeleição ao Estado; petista anuncia Ana Bahia Bock

Raphael Rocha
Fábio Martins

04/08/2018 | 07:13


Candidatos ao governo de São Paulo, o governador Márcio França (PSB) e o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho (PT) definiram ontem os companheiros de chapa. O socialista, que buscará a reeleição, escolheu a coronel da PM (Polícia Militar) Eliane Nikoluk (PR). O petista anunciou que a professora universitária Ana Bahia Bock (PT) será sua vice no pleito.

Com as definições, os quatro principais nomes na corrida ao Palácio dos Bandeirantes anunciaram os parceiros de chapa. Nome do PSDB no pleito, o ex-prefeito paulistano João Doria (PSDB) terá como vice o deputado federal e ex-secretário de Habitação do Estado Rodrigo Garcia (DEM). Já Paulo Skaf (MDB), presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), convidou a tenente-coronel da PM Carla Danielle Basson (MDB).

Candidata a vice de França, Eliane Nikoluk esteve à frente do comando da PM no Vale do Paraíba, no Interior, e é filha de policial militar de Taubaté. Sua escolha mostra que o socialista tende a utilizar o discurso de melhoria na Segurança Pública, embora entre na campanha com a árdua missão de criticar o postulante tucano sem atingir o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB e que fez de França governador ao renunciar ao cargo no Palácio dos Bandeirantes.

Outros nomes estavam na mira de Márcio França, entre eles o do vereador paulistano Mario Covas Neto, o Zuzinha (Podemos), o do deputado federal Alex Manente (PPS) e o da ex-reitora da USP (Universidade de São Paulo) Suely Vilela. O primeiro decidiu concorrer ao Senado, enquanto o popular-socialista, de São Bernardo, tentará a reeleição na Câmara Federal.

SURPRESA

Marinho anunciou Ana Bock como vice em sua rede social – o Diário OnLine antecipou a indicação do petista. Ele vinha pedindo uma mulher e oriunda dos movimentos sociais para dividir a chapa. Ele chegou a solicitar alguém com esse perfil para o PCdoB – até agora o único partido em seu projeto eleitoral –, mas a sigla comunista apenas apresentou o nome de Eduardo Annunciato, o Chicão, para a primeira suplência da candidatura ao Senado do vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT).

Professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e doutora em Psicologia, Ana Bock admitiu surpresa com o convite. “Meus filhos reagiram surpresos. Meus colegas da PUC, meus amigos. Eu mesma reagi com muita surpresa. Fui dormir um dia Ana Bock, professora da PUC, e acordei no outro dia como candidata a vice pelo PT”, afirmou, em vídeo. “Assusta, não é. Nunca fui candidata a vice-governadora. Sempre aceitei desafios na vida. Sempre é um desafio, mas esse parece bastante grande.”

Ex-presidente do Conselho Federal de Psicologia, ela esteve na linha de frente em evento de 22 de setembro de 1977 no Tuca, o teatro da PUC, contra a ditadura militar. À época, agentes invadiram o local, com bombas de efeito moral, e prenderam 500 estudantes. 

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