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Com manutenção da Selic, País tem sexta maior taxa do mundo

Pela terceira vez seguida, Banco Central mantém tarifa aos 6,5% ao ano, menor da série histórica


Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

02/08/2018 | 07:27


O Banco Central optou pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, aos 6,5% ao ano, pela terceira reunião seguida – ela segue neste patamar desde março. Embora a tarifa seja a menor da série histórica, coloca o País como detentor da sexta maior do mundo.

É o que aponta o Ranking Mundial de Juros Reais, realizado pelo site MoneYou em parceria com Infinity Asset Management, que traz compilação com os 40 países mais relevantes do mercado de renda fixa mundial.

O levantamento considera as taxas de juros reais, ou seja, as tarifas atuais descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses. O Brasil ganhou uma posição frente ao estudo anterior, ao ultrapassar a Índia – que elevou seus juros pela segunda vez seguida –, e ocupa a sexta posição. Está atrás somente de Turquia, Argentina, Rússia, México e Indonésia.

“Aos 3,54% ao ano, o Brasil volta para a sexta colocação. Em termos nominais, ficamos na quinta colocação, empatados com África do Sul e Índia. A sinalização emitida neste momento é de movimento global de reversão de políticas de afrouxamento monetário”, diz o relatório.

Para Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical, é preciso que o governo adote medidas de estímulo ao crescimento econômico para gerar emprego e enfrentar a expectativa de desaceleração da economia, que vem caindo. “Uma dessas medidas é a redução da Selic. Manter os juros altos é escolher política para privilegiar os especuladores, em vez de destinar os recursos para a produção.” 



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Com manutenção da Selic, País tem sexta maior taxa do mundo

Pela terceira vez seguida, Banco Central mantém tarifa aos 6,5% ao ano, menor da série histórica

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

02/08/2018 | 07:27


O Banco Central optou pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, aos 6,5% ao ano, pela terceira reunião seguida – ela segue neste patamar desde março. Embora a tarifa seja a menor da série histórica, coloca o País como detentor da sexta maior do mundo.

É o que aponta o Ranking Mundial de Juros Reais, realizado pelo site MoneYou em parceria com Infinity Asset Management, que traz compilação com os 40 países mais relevantes do mercado de renda fixa mundial.

O levantamento considera as taxas de juros reais, ou seja, as tarifas atuais descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses. O Brasil ganhou uma posição frente ao estudo anterior, ao ultrapassar a Índia – que elevou seus juros pela segunda vez seguida –, e ocupa a sexta posição. Está atrás somente de Turquia, Argentina, Rússia, México e Indonésia.

“Aos 3,54% ao ano, o Brasil volta para a sexta colocação. Em termos nominais, ficamos na quinta colocação, empatados com África do Sul e Índia. A sinalização emitida neste momento é de movimento global de reversão de políticas de afrouxamento monetário”, diz o relatório.

Para Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical, é preciso que o governo adote medidas de estímulo ao crescimento econômico para gerar emprego e enfrentar a expectativa de desaceleração da economia, que vem caindo. “Uma dessas medidas é a redução da Selic. Manter os juros altos é escolher política para privilegiar os especuladores, em vez de destinar os recursos para a produção.” 

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