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Juros futuros têm viés de alta com dólar

Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


31/07/2018 | 10:25


A volatilidade do dólar pesa no mercado de renda fixa e os juros futuros passaram a mostrar viés de alta, depois de iniciarem a sessão com ligeira baixa. No início da manhã, as taxas se ajustavam às máximas registradas pela moeda americana em meio à primeira coleta de taxas pelo Banco Central nas mesas de operação para a formação da Ptax diária, a última de julho, e que vai ser usada na quarta-feira na liquidação e ajustes de contratos cambiais e de swap cambial.

Os agentes de renda fixa também repercutem a decisão do Banco do Japão (BoJ) de manter os juros e fazer ajustes em sua política monetária, anunciada na madrugada, enquanto esperam pelas decisões do Federal Reserve (Fed) e Copom, na quarta, e do Banco da Inglaterra (BoE), na quinta-feira. É consenso entre analistas que tanto as taxas dos Fed Funds (1,75% a 2%) como da Selic (6,5%) serão mantidas nos níveis atuais, deslocando atenções para os comunicados, mas para o BoE é esperada uma elevação de juros de 0,25 ponto porcentual, para 0,75% ao ano.

O BC japonês manteve a taxa de depósito em -0,1% e a meta de retorno do bônus em torno de 0%. A autoridade permitirá que o juro do bônus de 10 anos do Japão (JGB) flutue até 0,20%, de uma meta de até 0,1% anteriormente, além de fazer ajustes em suas compras de fundos de índices de referências em papéis (ETF) ligados ao Topix, índice da Bolsa de Tóquio. A postura do BoJ ajudou o iene a recuar frente o dólar assim como os juros dos bônus do país, o que beneficiou a bolsa japonesa, uma vez que era esperada por analistas uma flutuação até 0,25%.

Às 9h57, o DI para janeiro de 2021 estava a 8,91%, na máxima, de 8,90% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista subia 0,54%, a R$ 3,7499, após máxima a R$ 3,7559 (+0,71%).

Mais cedo, o IBGE informou que a taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,4% no segundo trimestre, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é monitorado, mas não afeta a curva de juros. O resultado ficou abaixo da mediana (12,6%) das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast e perto do piso do intervalo das previsões, que ia de 12,3% e 12,8%. Em igual período de 2017, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 13,0%. No primeiro trimestre, o resultado ficou em 13,1%. No trimestre encerrado em maio, a taxa era de 12,7%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.198 no segundo trimestre. O resultado representa alta de 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.



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